quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

NĂ£o priemos cĂ¢nico: O CoraĂ§Ă£o das Cartas volta na sexta-feira (20)

É isso mesmo, pessoal. ApĂ³s alguns dias de fĂ©rias, a equipe estĂ¡ voltando Ă  ativa. O blog vai começar a ser mais movimentado, com anĂ¡lises, postagens sobre joguinhos e tudo mais, e hĂ¡ alguns leitores me perguntando sobre o retorno do CoraĂ§Ă£o das Cartas, nosso podcast semanal.

Podem ficar calmos, nĂ£o priemos cĂ¢nico, como diria o nosso grande herĂ³i Chapolim, pois o podcast voltarĂ¡ ao ar na sexta-feira (20), com uma super ediĂ§Ă£o especial falando sobre as novidades que rolaram de dezembro pra cĂ¡ e contando um pouco sobre os bastidores das fĂ©rias do Multiverso Convergente em geral.

AlĂ©m do mais, como resoluĂ§Ă£o para 2017 estamos planejando ampliar a nossa comunidade voltada ao Clash Royale. HĂ¡ jogadores buscando entrar no Proud Army por conta do podcast, e estamos avaliando algumas formas de abrigar toda essa galera, gerenciar tudo e ainda trazer conteĂºdo de qualidade para vocĂªs.

Enfim, 2017 estĂ¡ apenas começando e guarda muitas novidades, atĂ© mesmo seções voltadas a outros jogos especĂ­ficos. Continuem nos acompanhando em todos os nosso canais de comunicaĂ§Ă£o, pois em breve o podcast voltarĂ¡ com tudo!

Clique com o botĂ£o direito para ter um baita exĂ©rcito

Sabe quando vocĂª encontra um desses joguinhos viciantes e perde horas nele? Aconteceu comigo durante as fĂ©rias, quando meu irmĂ£o mais novo decidiu me apresentar um jogo que suga vidas: Right Click to Necromance. Ele foi desenvolvido pelo pessoal da Juicy Beast durante o Indie Speed Run 2015, que Ă© mais uma daquelas maratonas em que se cria jogos ao longo de um final de semana. Geralmente nesse tipo de evento surgem excelentes ideias, e o Right Click to Necromance Ă© mais uma delas.

Nesse jogo vocĂª entra no papel de um general necromante, que pode ressuscitar soldados inimigos para controla-los e fazer um exĂ©rcito que continua crescendo para sempre. Quando vocĂª derrota o exĂ©rcito inimigo, pode clicar com o botĂ£o direito e invocar os mortos para que eles te defendam. É uma mecĂ¢nica bem similar ao do Agar.io, que foi febre hĂ¡ algum tempo.

É uma mecĂ¢nica totalmente viciante e absurdamente envolvente por algum tempo. Isso ocorre porque o status do jogo estĂ¡ definido como protĂ³tipo, ou seja, hĂ¡ a mecĂ¢nica e um mapa apenas, com certa variedade de inimigos, mas depois de certo tempo de progresso tudo fica meio repetitivo.  Os prĂ³prios desenvolvedores assumem isso, tanto que na pĂ¡gina deles a duraĂ§Ă£o do jogo Ă© descrita como “a few minutes”, ou seja, “alguns minutos”.


No mais, Right Click to Necromance Ă© uma boa pedida para aquelas horas de tĂ©dio em que vocĂª busca uma diversĂ£o rĂ¡pida, fĂ¡cil e gratuita. O jogo estĂ¡ disponĂ­vel para download clicando aqui. AliĂ¡s, hĂ¡ uma adaptaĂ§Ă£o do jogo para Android. Ela foi nomeada como The Necromancer, e pode ser baixada na Play Store. Apesar de grĂ¡ficos visivelmente piores que a versĂ£o do PC, hĂ¡ um diferencial que Ă© o score, ou seja, vocĂª pode comparar o seu resultado com os dos amiguinhos. 

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Voltaremos das férias em breve

Como todos puderam perceber, paramos as postagens do Multiverso Convergente hĂ¡ alguns dias. Infelizmente perdemos algumas gravações que jĂ¡ estavam adiantadas e, como a equipe estĂ¡ de fĂ©rias, voltaremos a trabalhar apenas em alguns dias.

AtĂ© lĂ¡, ficam os nossos desejos de boas festas a todos nessa virada de ano. E nĂ£o se preocupem, que 2017 vem com tudo para nĂ³s.

Um abraço a todos e até a segunda quinzena de Janeiro.

domingo, 18 de dezembro de 2016

CoraĂ§Ă£o das Cartas 6 - O bonde da selva chegou!


Sejam bem vindos a mais uma ediĂ§Ă£o do CoraĂ§Ă£o das Cartas! Nessa semana vamos falar sobre todas as novidades do Clash Royale apĂ³s a atualizaĂ§Ă£o de quinta-feira (15), como a introduĂ§Ă£o da nova Arena 9, a Selva, alĂ©m de quatro novas cartas, balanceamento e muito mais.


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sĂ¡bado, 10 de dezembro de 2016

CrĂ´nicas Mitty - CapĂ­tulo 2



O sol brilhava hĂ¡ algumas horas quando Otto enfim chegou Ă  sede da OrganizaĂ§Ă£o. As instalações eram enormes e ocupavam boa parte de um bairro nobre no Distrito 25. Apesar de ter passado pelo lugar vĂ¡rias vezes, o rapaz mantinha a mesma admiraĂ§Ă£o de quando vira a OrganizaĂ§Ă£o pela primeira vez. O local era dividido em trĂªs seções. A primeira era a parte administrativa, formada por seis prĂ©dios, um maior com 20 andares e os outros cinco possuindo 12 andares cada. O nĂºmero de prĂ©dios nessa seĂ§Ă£o era justificado pela necessidade do funcionamento dos laboratĂ³rios de pesquisa em locais onde a diretoria pudesse supervisionar tudo. Ă€ esquerda ficavam os alojamentos de soldados que ali decidiram residir. Os prĂ©dios eram mais simples se comparados aos da administraĂ§Ă£o, porĂ©m eram numerosos, pois havia aproximadamente dez prĂ©dios de 15 andares ali. Ă€ direita da parte administrativa estavam concentrados os locais de combate e treinamento. A seĂ§Ă£o era composta por trĂªs arenas enormes utilizadas apenas em ocasiões especiais, como torneios e campeonatos de luta, e cinco campos de treino, que se conectavam diretamente ao prĂ©dio principal da administraĂ§Ă£o atravĂ©s de tubos. Os membros da OrganizaĂ§Ă£o se esforçavam para que o local parecesse bonito, atĂ© mesmo cultivando Ă¡rvores artificiais e tentando simular uma vegetaĂ§Ă£o, algo raro no planeta desde a ExplosĂ£o.

Otto ficou observando tudo por aproximadamente cinco minutos, atĂ© que se deu conta de que deveria entrar. Os guardas na entrada o encararam com uma expressĂ£o severa. Eram dois brutamontes que, vestidos em suas armaduras, passavam a impressĂ£o de serem ainda maiores. O rapaz os ignorou e foi diretamente atĂ© o maior prĂ©dio da parte administrativa. Na recepĂ§Ă£o estava Mariah Fontana, uma mulher de cabelos azuis que era encarregada direta do diretor, Andrew Padilha. Ela e o irmĂ£o, Joe, tinham privilĂ©gios no conselho que regia a OrganizaĂ§Ă£o, justamente por terem uma proximidade tĂ£o grande com Andrew. Ela ficou responsĂ¡vel nas Ăºltimas semanas por supervisionar o treinamento de Otto, alĂ©m de anunciar a Ăºltima etapa. ApĂ³s mais de 30 anos trabalhando ao lado de Andrew, ela nĂ£o esperava supervisionar a entrada de um Fanyc na corporaĂ§Ă£o e estava transparecendo em seu rosto a vontade de anunciar logo a Ăºltima tarefa do jovem.
- Como sempre, adiantado. - declarou Mariah ao ver o rapaz.
- Uma das minhas muitas virtudes, dona. - respondeu o jovem, de forma seca.
- Deixaremos as formalidades entĂ£o. - disse a mulher, apontando o elevador em que ambos deveriam entrar.

Mariah foi seguida por Otto, e eles se dirigiram ao 19º andar do prĂ©dio principal, entrando em sua sala. O local parecia maior por dentro do que por fora. Ocupava metade do andar, sendo o outro lado destinado ao irmĂ£o da poderosa mulher. Otto estranhou que nĂ£o havia qualquer tipo de decoraĂ§Ă£o no lugar, apenas uma janela com persianas fechadas. No centro estava a mesa que a mulher deveria usar em seu cotidiano. A sala era tĂ£o grande que os saltos de Mariah faziam um enorme barulho, mas ela nĂ£o se incomodava com isso. Parecia ser um de seus prazeres o barulho ecoando naquele enorme recinto. Ambos tomaram seus devidos lugares Ă  mesa, enquanto Mariah tirava alguns papĂ©is de uma gaveta.

- Nesta pasta tenho todos os relatĂ³rios de seu desempenho ao longo do treinamento. Levando em conta todos os fatores, Ă© uma surpresa que tenha se saĂ­do tĂ£o bem durante as primeiras etapas. Normalmente encerrarĂ­amos tudo por aqui, mas Andrew quer ter uma Ăºltima prova a respeito dos seus conhecimentos e habilidades. - disse Mariah, em um tom calmo. Otto nada respondeu, entĂ£o ela continuou. - Como vocĂª bem sabe, estamos em um perĂ­odo pacĂ­fico, tudo graças aos nossos esquadrões. A nossa Ăºltima tarefa Ă© te alocar em um deles, para que realize uma missĂ£o de inteligĂªncia no distrito 48.

Os esquadrões da OrganizaĂ§Ă£o sĂ£o grupos compostos por cinco soldados bem treinados, cada um especialista em sua funĂ§Ă£o especĂ­fica. Cada grupo tem o lĂ­der, dois soldados para combate, um batedor e um caçador. NĂ£o se sabe ao todo quantos existem, mas o que Ă© de conhecimento de todos Ă© que sĂ£o unidades que agem em situações bem especĂ­ficas, como resoluĂ§Ă£o de conflitos, para evitar guerras e confrontos abertos entre os distritos. Otto havia estudado bastante sobre as unidades, e sabia que ser alocado para uma delas logo de inĂ­cio poderia significar uma imensa responsabilidade.

Sem questionar, o jovem Fanyc entendeu a situaĂ§Ă£o e pegou a pasta contendo as instruções. Recebeu ainda uma espĂ©cie de relĂ³gio que deveria alocar prĂ³ximo ao punho esquerdo: era o dispositivo de comunicaĂ§Ă£o usado pelos soldados. Iria servir para que Otto pudesse manter contato com a OrganizaĂ§Ă£o, atravĂ©s de um canal separado, e com seus futuros companheiros no decorrer da missĂ£o.

ApĂ³s receber os papĂ©is, Otto foi convidado a se retirar. Ele abriu as instruções apontando que a partir daquele dia ele teria um alojamento temporĂ¡rio nas dependĂªncias da OrganizaĂ§Ă£o, e no dia seguinte teria de se apresentar pela manhĂ£ ao EsquadrĂ£o Real para cumprir a Ăºltima etapa do processo de seu alistamento.



ApĂ³s ter falado com Mariah, Otto procurou FelĂ­cia e disse que iria cumprir uma missĂ£o como integrante de esquadrĂ£o antes de ter seu alistamento efetivado. A jovem ficou contente com o resultado, mas manteve para si a suspeita sobre o fato do rapaz ter sido alocado para um esquadrĂ£o de imediato. Para ela, que ficou trĂªs anos trabalhando com papelada e havia sido indicada para uma unidade hĂ¡ apenas seis meses, era incoerente Otto jĂ¡ ser colocado em campo. Para FelĂ­cia, o principal objetivo da missĂ£o seria sabotar o rapaz. Mesmo preocupada ela decidiu nĂ£o falar nada e combinou de se encontrar com Otto apĂ³s o fim do expediente.

Os soldados da OrganizaĂ§Ă£o nĂ£o dispunham de muito luxo. Cada um dos diversos apartamentos era bem pequeno e apertado, e as suĂ­tes no topo dos alojamentos eram destinadas a membros de elite que nunca apareciam para desfrutar de suas benesses. Otto se viu em um pequeno apartamento com um quarto, banheiro, alĂ©m da cozinha que possuĂ­a um pequeno balcĂ£o de mĂ¡rmore fazendo divisa com a sala de estar. A sala nĂ£o possuĂ­a TV, mas contava com sofĂ¡ de trĂªs lugares e mesa de centro. A cozinha jĂ¡ estava equipada com fogĂ£o, pia e armĂ¡rio suspenso em uma combinaĂ§Ă£o que tentava otimizar ao mĂ¡ximo o espaço disponĂ­vel. O quarto tinha um pequeno roupeiro em que caberiam algumas peças, alĂ©m de uma cama de solteiro que continha um colchĂ£o velho e surrado. Definitivamente nĂ£o parecia ser um lugar acolhedor, pensou Otto. Ao que tudo indicava as instalações foram deixadas hĂ¡ tempos por algum ex-soldado ou alguĂ©m que foi promovido.

O jovem nĂ£o portava nada consigo no momento em que foi conduzido ao apartamento. Havia deixado tudo em uma pousada na qual se hospedava hĂ¡ meses, desde quando intensificou suas tentativas de entrar na OrganizaĂ§Ă£o. Teria de buscar seus pertences depois, mas decidiu se deitar na cama por alguns minutos e analisar o conteĂºdo dos arquivos.

As pĂ¡ginas continham breves descrições dos membros do EsquadrĂ£o Real atĂ© sua entrada. O primeiro arquivo era do membro mais antigo ainda em atividade, Jason Flipy, 25 anos, o batedor. HĂ¡ dez anos foi alistado para a OrganizaĂ§Ă£o, como um prodĂ­gio, e ganhou o cargo ao se mostrar Ăºnico em campo. ResponsĂ¡vel por fazer o reconhecimento dos locais e avisar aos outros sobre como acha que devem proceder na primeira investida, ele nunca errou. Sua capacidade de percepĂ§Ă£o Ă© muito alta e, em diversas situações, a lĂ­der da equipe nem precisa pensar em um plano de aĂ§Ă£o. Seu cabelo verde em tons escuros acaba por chamar muita atenĂ§Ă£o, por isso Flipy estĂ¡ sempre com uma boina de cor neutra, para manter a discriĂ§Ă£o durante as missões.

A segunda pĂ¡gina falava sobre os irmĂ£os Khaled, gĂªmeos brutamontes com quase dois metros de altura. Aos 26 anos, Ronaldo e David haviam se alistado hĂ¡ pouco tempo e se mostravam bravos guerreiros. Receberam tantos convites que escolheram qual o esquadrĂ£o que teria a honra de contar com sua atuaĂ§Ă£o.  AlĂ©m de força bruta, possuem uma inteligĂªncia incomum aos soldados do porte de ambos, o que os torna excelentes guerreiros quando atuam em conjunto. Separados, no entanto, acabam se mostrando frĂ¡geis.

O caçador, Matyas Vilanova, apareceu na terceira pĂ¡gina. Aos 38 anos, Matyas atua hĂ¡ pouco mais de um ano no Real. De cabelo avermelhado e olhos pretos, Ă© extremamente silencioso em situações de tensĂ£o. Sua funĂ§Ă£o Ă© ficar o mais distante possĂ­vel do grupo, utilizando suas habilidades para acertar inimigos Ă  distĂ¢ncia com suas magias e flechas. Enquanto o restante vai para o front de batalha, Vilanova fica preocupado com o que hĂ¡ ao redor e tambĂ©m cura seus aliados quando necessĂ¡rio.

A lĂ­der do Real Ă© Leona Silveira. Combatente recrutada ainda criança, ela estĂ¡ em seu auge, aos 40 anos. Sua altura mediana engana muitos em muitas situações ela mostrou ter aptidĂ£o suficiente para ser levada aos esquadrões secretos. Sua maior habilidade ultrapassa os instintos de combate. Ela se prova realmente eficaz ao harmonizar todos os temperamentos de sua equipe, fazendo com que as missões sejam bem sucedidas. Realmente um prodĂ­gio em termos de liderança, principalmente quando comparada aos bicentenĂ¡rios comandantes que nĂ£o largam suas posições por motivo algum.

ApĂ³s as pĂ¡ginas descritivas, Fanyc abriu um arquivo que continha os detalhes da missĂ£o. O objetivo primĂ¡rio era escoltar o comerciante Adelbando Phie do Distrito 25 atĂ© o 48. Segundo o relatĂ³rio, Phie havia prosperado muito nas Ăºltimas duas dĂ©cadas, o que despertou certo interesse dos concorrentes que eram atĂ© entĂ£o estabelecidos e se viram ameaçados pelo impĂ©rio que surgia e lavava seu nome. Olhando atentamente, Otto conseguiu perceber um cĂ³digo escaneĂ¡vel no final da pĂ¡gina. Ele apontou o dispositivo para o cĂ³digo e uma imagem hologrĂ¡fica saiu de seu pulso.

A pessoa que surgiu estava coberta com uma roupa preta. Antes que o holograma começasse a falar, Otto sentiu uma espécie de picada no pulso: era o dispositivo se certificando de que o DNA do portador batia com o de quem deveria receber a mensagem. Em seguida o holograma começou a se mexer, e o jovem ouviu os dizeres.

- Seu principal objetivo Ă© investigar a fundo quais sĂ£o as verdadeiras atividades do comerciante. Tamanha cautela, evitando o transporte por vias movimentadas e cheias de gente, gera suspeita e a OrganizaĂ§Ă£o quer descobrir do que se trata. Este objetivo tem prioridade em relaĂ§Ă£o aos demais e, em caso extremo, vocĂª pode e deve abandonar seu esquadrĂ£o e preservar as informações colhidas. Nenhuma informaĂ§Ă£o sigilosa deve ser enviada atravĂ©s dos dispositivo. Caso surja alguma emergĂªncia e precise de remoĂ§Ă£o, use um canal criptografado para entrar em contato. Mostre que tem valor e serĂ¡ recompensado, Fanyc.

Depois da mensagem o holograma desapareceu. Otto ainda passou mais algumas horas revisando a papelada como forma de decorar tudo sobre os outros membros do Real e suas instruções. Colocou um mapa virtual no dispositivo que portava e acrescentou ainda possĂ­veis pontos de fuga caso a situaĂ§Ă£o exigisse. Pensou em dividir o que vira com FelĂ­cia, mas achou melhor ter cautela e evitar que ela soubesse demais sobre algo que nem ele tinha certeza. NĂ£o sabia se a figura na mensagem se tratava de alguĂ©m do suposto conselho diretor da OrganizaĂ§Ă£o ou do prĂ³prio Andrew, mas acataria as ordens que recebeu, sem fazer perguntas.

O rapaz despertou do transe apenas quando percebeu que um alarme alto soando por toda a estrutura da OrganizaĂ§Ă£o invadia seu quarto. Em questĂ£o de segundos a iluminaĂ§Ă£o do quarto foi cortada. Otto entrou em estado de alerta e ativou a Visio, que alĂ©m de tudo o auxiliava a enxergar na escuridĂ£o.

Tentou acionar o dispositivo em seu pulso, mas os sinais de comunicaĂ§Ă£o haviam sido cortados. De repente, em um reflexo, o jovem virou em posiĂ§Ă£o de ataque e golpeou algo que se aproximava dele. O vulto se desviou do golpe e conjurou uma magia de paralisia tĂ£o rapidamente que o rapaz nĂ£o teve chance de se defender.

- EntĂ£o vocĂª fez mesmo. - disse a figura.
- VocĂª nĂ£o tem o direito de me julgar, Ed! - bradou o rapaz, furioso.
- Shhhh. NĂ£o fale em voz alta. Quer ser considerado um traidor, idiota?

O invasor era um dos irmĂ£os de Otto, Edward Fanyc. Era o filho do meio de Serena e Jonas Fanyc. Ele e Nicolas, o mais velho dos trĂªs, seguiam a vida de mercenĂ¡rios, aceitando trabalhos por conta prĂ³pria e seguindo os passos do pai. Isso era visto como concorrĂªncia direta pela OrganizaĂ§Ă£o e era usado como justificativa para o Ă³dio em relaĂ§Ă£o aos Fanyc. Edward e Nicolas reprovavam a atitude do irmĂ£o, de tentar entrar para a corporaĂ§Ă£o que por anos tem tentado acabar com a famĂ­lia.

- Tenho pouco tempo antes que restabeleçam a comunicaĂ§Ă£o, portanto vou falar uma vez sĂ³. NĂ£o quero que vocĂª volte comigo pra casa ou algo do gĂªnero, muito menos que trabalhe com Nicolas e eu. Apenas desista e volte para o lugar de onde Ă©. - disparou Edward.
- Pra ser perseguido pelo resto da vida? NĂ£o, obrigado! Quero ter paz, Ed. Medir forças contra a OrganizaĂ§Ă£o nĂ£o acabou bem para o papai, e isso pode se repetir com vocĂª e todo o resto da nossa famĂ­lia. - Otto tentava conter a voz para nĂ£o chamar a atenĂ§Ă£o de quartos vizinhos. - Sei o que estou fazendo. SĂ³ me dĂª um voto de confiança. - pediu.

Os olhos castanhos de Ed estavam azuis por conta da Visio. Otto tentou ler o olhar do irmĂ£o e enxergou apenas decepĂ§Ă£o. Edward acreditava que via mais do que o irmĂ£o mais novo conseguia. Ele sabia que Otto seria esmagado, junto com o ingĂªnuo objetivo de estabelecer uma aliança entre duas instituições que sĂ£o inimigas desde sua concepĂ§Ă£o. Queria explicar ao irmĂ£o de todas as formas possĂ­veis o quĂ£o estĂºpida era a jornada que ele estava trilhando, mas nĂ£o tinha tempo. Um dispositivo em seu punho direito, semelhante ao utilizado pela OrganizaĂ§Ă£o, começou a piscar. Era o sinal indicando que a comunicaĂ§Ă£o foi restabelecida e ele tinha de ir embora.

- Espero realmente que vocĂª saiba o que estĂ¡ fazendo, Otto. Mas fique ciente de que, se cruzar o nosso caminho, vamos tomar medidas drĂ¡sticas, mesmo que a mĂ£e nĂ£o aprove o que tivermos de fazer. - concluiu Ed.

O jovem se preparava para responder quando atĂ© mesmo sua visĂ£o escureceu. Em segundos a presença do irmĂ£o tinha se apagado da sala. Otto sabia que aquele nĂ£o era de fato o corpo fĂ­sico de Ed, mas captou a mensagem. Ele sabia que poderia continuar em sua jornada, mas o confronto com a famĂ­lia seria inevitĂ¡vel.

Otto despertou do novo transe apenas quando ouviu as batidas incessantes de FelĂ­cia na porta. Ele perdeu a noĂ§Ă£o de quanto tempo havia passado desde a mensagem que recebeu do irmĂ£o.

- EstĂ¡ ficando surdo, Fanyc? - gritou ela do lado de fora da porta.

Otto se apressou para abrir a porta e acomodar a jovem no apartamento. Ele contou sobre a conversa que teve com Ed.

- Olha, atĂ© eu tenho dificuldade algumas vezes em entender o que vocĂª pretende. VocĂª Ă© a pessoa mais cabeça dura que eu conheço, mas se acha que tem razĂ£o, vĂ¡ em frente. - disse FelĂ­cia.
- NĂ£o Ă© o que eu acho. Tenho certeza. Essa coisa toda precisa acabar. Nem que eu precise esmurrar o prĂ³prio Andrew Padilha. - retrucou ele.
- Sinceramente, Otto, vocĂª acabou de derrubar a Ăºltima ponte entre vocĂª e sua famĂ­lia. É bom vocĂª realmente ter certeza do que faz. AtĂ© mesmo meu pai jĂ¡ pediu que me afastasse de vocĂª…
- E porque ainda nĂ£o fez isso? - o jovem questionou.
 - Quantas vezes tivemos essa discussĂ£o? Eu estou com vocĂª e a minha decisĂ£o Ă© independente do que os outros digam ou pensem. Se a sua escolha foi lutar contra essa situaĂ§Ă£o toda, a minha Ă© ficar do seu lado, idiota!

O rapaz ficou sem palavras diante do que Felícia disse. Os dois se abraçaram e, por algumas horas, deixaram de lado todas as preocupações e perigos que os aguardavam do lado de fora.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

CoraĂ§Ă£o das Cartas #5 (Pocket) - O Clone entra no jogo


Sejam bem vindos a mais uma ediĂ§Ă£o do CoraĂ§Ă£o das Cartas, seu podcast semanal de Clash Royale. Nesta semana Tio RD e Daito fizeram o podcast um pouco mais curto que em episĂ³dios anteriores, uma versĂ£o pocket, que se tornarĂ¡ mais frequente com o fim de ano. O papo da vez foi o feitiço de Clone, introduzido ao jogo nesta sexta-feira (9).


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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

CoraĂ§Ă£o das Cartas #4 - A terra dos balanceamentos


E sejam bem vindos a mais uma ediĂ§Ă£o do seu podcast semanal sobre Clash Royale. Nesta ediĂ§Ă£o, Tio RD e Daito se reuniram para comentar o resultado do torneio Terra de Gigantes, realizado pelo clĂ£ Proud Army, alĂ©m de falar sobre as alterações no metagame com o balanceamento e outras informações.


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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Uma breve histĂ³ria de como fiquei viciado em Stop

Se tem uma coisa que eu gosto no mundo viciante dos joguinhos eletrĂ´nicos Ă© o fato de que qualquer game, seja ele simples ou complexo, pode ser MUITO interessante. Atualmente me encontro envolvido em uma infinidade de universos gamĂ­sticos aos quais dou atenĂ§Ă£o diariamente – e aĂ­ podemos colocar minha vila no Clash Of Clans, minhas corajosas cartas no Clash Royale, ou mesmo meu poderoso castelo no Royal Revolt 2 – mas sempre hĂ¡ espaço para algo novo que me envolva completamente.

Eis que em um final de semana aleatĂ³rio – ou nem tanto, jĂ¡ que foi exatamente entre os dias 18 e 20 de novembro – estĂ¡vamos minha esposa e eu sem muita coisa pra fazer, e resolvemos brincar de Stop. Pra quem nĂ£o conhece Ă© uma velha brincadeira na qual uma letra Ă© jogada e vocĂª tem que dizer coisas que começam com aquela letra, todas respeitando uma sĂ©rie de categorias (na brincadeira original seriam: nome, cidade-estado-paĂ­s, cor, alimento, animal, marcas, partes do corpo humano, objeto, time, entre outras, dependendo da imaginaĂ§Ă£o das pessoas que jogam). Algum tempo depois ela sugeriu procurar pra vermos se havia algum aplicativo de Stop pra smartphones, e de fato hĂ¡.
O aplicativo Stop – Famoso Jogo de Palavras, que foi desenvolvido pela Fanatee Games, estĂ¡ disponĂ­vel para Android e iOS, e foi justamente esse que instalamos. Ele Ă© freemium, ou seja, grĂ¡tis, mas com algumas transações in-app.


O jogo deixa vocĂª desafiar amigos ou oponentes aleatĂ³rios para partidas de Stop, e funciona em turnos: vocĂª sorteia uma letra e o jogo de tĂ¡ cinco categorias. Inicialmente hĂ¡ um minuto para responder, mas se acabar antes Ă© possĂ­vel puxar a alavanca de Stop e jogar o turno para o oponente.  Quando ele começar a preencher os campos receberĂ¡ um enorme STOP!!11ONZY!! na tela, e aĂ­ o jogo compara as respostas de ambos e inicia uma nova rodada, deixando o ‘mando’ com o oponente, e assim por diante, atĂ© um dos dois vencer a melhor de trĂªs.
99% das partidas foram contra a minha esposa. Algumas outras foram contra usuĂ¡rios aleatĂ³rios


SĂ£o disponibilizadas trĂªs vidas, cada uma sendo recarregada em perĂ­odos de meia-hora. Quando Ă© criado um novo desafio se gasta uma vida. HĂ¡ tambĂ©m moedas no jogo, pra se trocar uma categoria ou letra indesejada, por exemplo. Tanto as vidas quanto moedas extras podem ser adquiridas tambĂ©m por alguns centavos, algo que foi bem pensado.
Olha sĂ³ essas moedas Ă  venda. Que vontade de comprar tudo!

Enfim, depois de conhecermos a interface, decidimos desfrutar da experiĂªncia, e aĂ­ a minha esposa divulgou o jogo pra todo o nosso cĂ­rculo social, principalmente famĂ­lia. Digamos que somente desse grupo a Fanatee ganhou pelo menos uns dez usuĂ¡rios (o que nĂ£o Ă© grande coisa) em questĂ£o de minutos.


Passamos basicamente o fim de semana todo pensando e descobrindo diversas palavras (testei meus conhecimentos gerais e ainda aprendi que Cajon Ă© um instrumento vĂ¡lido com a letra C, e que Ă© uma palavra pouco utilizada no Stop, inclusive). Se nĂ£o bastasse tudo isso, estĂ¡ aĂ­ mais um universo pra eu dar conta de verificar vĂ¡rias vezes ao dia.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Harry Potter e a Criança Amaldiçoada (ou: como ganhar mais montanhas de dinheiro)

Quando mais novo sempre fui fascinado por literatura fantĂ¡stica, entĂ£o acabei lendo muuuuuitas sagas. Jack Farrell, O Hobbit, Senhor dos AnĂ©is e diversos outros livros, alguns de autores que eu nem lembro o nome mais, de tanto faz que os li. 

Uma das sagas pelas quais sempre fui fascinado Ă© Harry Potter. NĂ£o lembro ao certo qual foi o ano, mas sei que estava nos primeiros anos de ensino fundamental quando uma professora decidiu mostrar para a classe o filme Harry Potter e a Pedra Filosofal. Ă€ Ă©poca, se bem me lembro, a escola usava VHS, entĂ£o realmente faz um tempinho mesmo.

Depois que terminei de ver o filme fiquei maravilhado, e alguns coleguinhas comentaram que na verdade existia uma sĂ©rie de livros de Harry Potter, e fui atĂ© a biblioteca da escola pra ver se encontrava alguma coisa. LĂ¡ estavam dois ou trĂªs, que devorei em questĂ£o de semanas.

O tempo foi passando e, ao chegar no Ensino MĂ©dio, finalmente tive acesso a uma biblioteca em que havia algumas sagas em sequĂªncia (inclusive foi lĂ¡ que conheci Percy Jackson, por exemplo). Consegui ler a saga do Menino Que Sobreviveu de cabo a rabo pelo menos umas trĂªs vezes, bem como acompanhei seu desfecho nos filmes tambĂ©m.

Como muitos fĂ£s da saga fiquei surpreso ao descobrir que uma nova obra viria algum tempo depois, e estou falando justamente de Harry Potter e a Criança Amaldiçoada. Se trata de uma peça de teatro escrita por Jack Thorne e dirigida por John Tiffany, que teve seu roteiro publicado como se fosse um livro. É uma histĂ³ria que mostra uma possĂ­vel continuaĂ§Ă£o da sĂ©rie, muitos anos depois.

Inicialmente ao ver o tĂ­tulo publicado como livro fiquei muito animado, mas logo minhas esperanças foram por Ă¡gua abaixo quando me informaram que a obra nĂ£o passava de diĂ¡logos entre os personagens e as descrições de cenas eram contadas como descrições nas trocas de cenĂ¡rio do palco.

Me lembro que uma vez peguei uma obra que achava que era livro e na verdade se tratava do roteiro de uma peça. A sensaĂ§Ă£o foi quase a mesma ao ler Harry Potter e a Criança Amaldiçoada, com a diferença de que gostei da continuaĂ§Ă£o do universo de J.K. Rowling. 

NĂ£o vou me aprofundar nos detalhes da histĂ³ria para, obviamente, nĂ£o dar spoilers por aqui, mas achei a premissa da trama muito interessante. O enredo tem como personagem um dos filhos de Harry e o filho Ăºnico de Draco Malfoy, e como eles se envolvem em uma trama que Ă© atĂ© convincente.

O fato do 'livro' ser o roteiro da peça de teatro acaba sendo meio... broxante, diversas vezes. NĂ£o Ă© que seja de todo ruim. Os capĂ­tulos sĂ£o pequenos, justamente por se tratarem basicamente de diĂ¡logos. Mas hĂ¡ algumas partes em que Ă© citado "acontece uma explosĂ£o no palco" e "fulano sai do palco, enquanto ciclano entra", por exemplo, que quebram bastante a imersĂ£o. A leitura rĂ¡pida, no entanto, Ă© amiga da obra, o que me fez insistir e chegar atĂ© o final. Quando percebi um furo no roteiro, inclusive, jĂ¡ estava praticamente muito perto do fim para simplesmente deixar de ler.

Um problema que pode acabar desagradando os fĂ£s da saga do Potter Ă© que a trama mostra a vida dos personagens anos depois, mas, por ter sido escrita por terceiros, acaba destruindo muito da essĂªncia dos que foram protagonistas em livros anteriores. Vemos aqui um Harry mais maduro e um pouco mais sombrio tambĂ©m, alĂ©m de um Draco Malfoy que parece tentar se redimir de seu passado, e um Rony Weasley totalmente bizarro e que parece aqueles tios que vocĂª sĂ³ vĂª no fim de ano e sempre fazem a piada do pavĂª. Esses personagens muitas vezes tem falas que nĂ£o condizem com o apresentado anteriormente nesse universo.

Em uma das minhas andanças por fĂ³runs de potterheads li alguĂ©m comentando que se a J.K. tivesses interferido um pouco mais na publicaĂ§Ă£o da obra e transformado em um romance propriamente dito poderia haver uma sĂ©rie de melhorias. Concordo plenamente com essa firmaĂ§Ă£o. É bacana 'voltar' Ă  plataforma 9 3/4 novamente? Seria, de fato, se tivĂ©ssemos retornado. As pessoas nĂ£o gostam de ler isso, mas vejo A Criança Amaldiçoada como mais uma forma de ganhar montanhas de dinheiro de fĂ£s que estĂ£o Ă¡vidos por uma continuaĂ§Ă£o que adorariam ver desenvolvida de uma forma mais profunda. 

No entanto, mais uma vez volto a dizer que a leitura rĂ¡pida beneficia a trama. Eu classificaria mais como um conto do universo Harry Potter do que qualquer outra coisa, e isso sim Ă© digno de nota. Mas hĂ¡ um lado bom nisso: se no fim das contas o 'novo livro' se mostrar um sucesso comercial estrondoso, pode acabar virando filme, e ser mais aprofundado. Isso sim seria de fato muito legal.

Cabe deixar claro aqui que nem de longe achei o a histĂ³ria desprezĂ­vel. Ela tem um furo? Sim. Falta profundidade? Com certeza! Mas isso Ă© justamente por se tratar do roteiro de uma peça de teatro e que nĂ£o foi remodelado antes de sua publicaĂ§Ă£o. PorĂ©m, achei que a motivaĂ§Ă£o dos personagens Ă© bem "Ok" e gostei do que poderia ser o inĂ­cio de um novo arco, contando as aventuras do novo Potter. TambĂ©m me deu vontade de assistir a encenaĂ§Ă£o e ver como Ă© o jogo de troca de cenĂ¡rios em uma trama que viaja por tantos lugares diferentes de forma rĂ¡pida.

No mais, se vocĂª Ă© um fĂ£ da saga do Menino Que Sobreviveu, assim como este que escreve Ă©, acredito que valha a pena comprar o livro. AtĂ© porque pelo fato de ter o selo de aprovaĂ§Ă£o da J.K. Rowling nĂ£o Ă© pouca coisa, e pode ser considerado um cĂ¢non sobre como a vida dos nossos queridos protagonistas ficou apĂ³s a derrota de Voldemort. 

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

CoraĂ§Ă£o das Cartas 03 - A Elite do Torneio BĂ¡rbaro


E sejam bem vindos a mais um CoraĂ§Ă£o das Cartas, sua atraĂ§Ă£o semanal de Clash Royale do Multiverso Convergente. Nesta ediĂ§Ă£o do podcast, Tio RD e Daito falam sobre suas expectativas para o futuro dos BĂ¡rbaros de Elite no metagame do Clash Royale e quais os possĂ­veis counters que devem dar conta da nova carta. AlĂ©m disso tambĂ©m comentamos sobre as novidades do clĂ£ Proud Army, como um torneio que estĂ¡ por vir!

Aperte o play e venha conferir conosco o episĂ³dio da semana:


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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

O CoraĂ§Ă£o das Cartas 02 - Gemar ou nĂ£o gemar? Eis a questĂ£o!

E sejam bem vindos a mais uma ediĂ§Ă£o do podcast O CoraĂ§Ă£o das Cartas, sua atraĂ§Ă£o semanal sobre Clash Royale no Multiverso Convergente. Na segunda ediĂ§Ă£o vocĂª confere um papo sobre investir as gemas sĂ£o possĂ­veis de se comprar no jogo usando o seu suado dinheiro da vida real. AlĂ©m disso falamos tambĂ©m sobre nossas impressões a respeito da nova carta, Tornado! Aperte o play e se divirta:



Links relacionados:
Cast Royale, podcast norte-americano de Clash Royale
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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Podcast O CoraĂ§Ă£o das Cartas 01 - Deck Building

Levando em conta que hĂ¡ um bom tempo tivemos postagens dedicadas ao universo do Clash Royale aqui no blog, o Renato e eu decidimos criar um podcast voltado ao jogo. A nossa ideia para um futuro nĂ£o muito distante Ă© criar diversas atrações no blog (por isso o nome Multiverso), e demos o primeiro passo com o podcast O CoraĂ§Ă£o das Cartas. Nele, o Renato e eu comentaremos semanalmente sobre assuntos relacionados ao game e outras coisas relevantes.



Na primeira ediĂ§Ă£o nĂ³s jĂ¡ começamos com um assunto que ainda Ă© desconhecido para muitos jogadores: deck building! SerĂ¡ que existe o deck supremo? Porque vocĂª ainda continua caindo de arena? Como se estabilizar nas arenas mais altas? Confira conosco as respostas para estas e outras perguntas na primeira ediĂ§Ă£o do nosso podcast, disponĂ­vel abaixo!


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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

O Multiverso Convergente estĂ¡ tambĂ©m no Telegram

Estou fazendo esta breve postagem apenas pra avisĂ¡-los, queridos leitores e leitoras, que criamos um grupo no Telegram. É um canal onde nosso bot vai replicar todas as postagens do blog, jogando um link direto sempre que algo novo surgir por aqui. TambĂ©m começamos a gravaĂ§Ă£o de um podcast e, antes dos Ă¡udios serem hospedados em um site eles serĂ£o publicados no canal tambĂ©m.
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Para quem quiser entrar, eis o link: https://telegram.me/multiversoconvergente. Lembrando que tambĂ©m temos uma sala no Discord, cujo link Ă© esse: https://discord.gg/nACu2MU. LĂ¡ ocorrerĂ£o discussões muito em breve, e vamos debater diversos assuntos. No mais Ă© isso, e sigam-nos os bons!

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