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segunda-feira, 4 de maio de 2020

Segundatina: Teamfight Tactics





Estamos em tempos de isolamento social (pelo menos alguns de nĂ³s), e, em um paĂ­s continental como o Brasil, isso significa que muitos pequenos provedores de internet sofrem com sobrecarga. É muita gente usando a internet o tempo todo para muitas coisas, o que causa lentidĂ£o e afeta, principalmente, o tempo de resposta em jogos online.

Comigo vem ocorrendo exatamente a situaĂ§Ă£o descrita acima. Meu provedor nĂ£o dĂ¡ conta de muitos usuĂ¡rios "pendurados" e o tempo de resposta, tambĂ©m conhecido como ping, vai Ă s alturas. Uma soluĂ§Ă£o que encontrei para manter a jogatina online foi o Teamfight Tactis, o que acabou me inspirando a Segundatina desta semana.

O que Ă©

Teamfight Tactics Ă© um auto battler lançado em junho de 2019 pela Riot Games, desenvolvedora e publicadora de League of Legends. Basicamente, um auto battler Ă© um xadrez com personagens. Oito jogadores sĂ£o colocados em uma mesa onde existe um nĂºmero limitado de peças Ă  venda. Cada peça tem caracterĂ­sticas Ăºnicas como classe ou raça, dano fĂ­sico ou mĂ¡gico, e recebe bĂ´nus de sinergia se estĂ¡ no tabuleiro com outra peça que faz parte de um mesmo grupo prĂ©-determinado. Ganha quem construir o melhor conjunto de personagens, derrotar os outros oponentes na mesa de xadrez e restar no final.

O gĂªnero auto battler surgiu na China, assim como o novo coronavĂ­rus, e se espalhou rapidamente pelo mundo. O primeiro a ser publicado foi o Dota Auto Chess, em janeiro de 2019. Foi um mod com personagens de Dota 2 nesse tabuleiro de xadrez automĂ¡tico e virou uma febre.

Teamfight Tactics (TFT) Ă© exatamente a mecĂ¢nica de auto battler, mas com personagens e itens de League of Legends. Ele Ă© gratuito para começar, e vocĂª pode investir uma grana comprando o passe que libera itens cosmĂ©ticos como arena, um raio finalizador e avatares.

O vĂ­cio

Como falei na introduĂ§Ă£o desta coluninha, pra mim TFT foi uma forma de continuar jogando online "de galera" e sem ter a experiĂªncia comprometida. Como a batalha Ă© automĂ¡tica, pra mim Ă© indiferente se os milissegundos de resposta estĂ£o em 30 ou 300 (ou atĂ© mais que isso). SĂ³ sinto o lag afetar nas rodadas em que todos os jogadores da mesa vĂ£o pra uma roleta escolher personagens com itens, mas, como a escolha ocorre de baixo pra cima da tabela e hĂ¡ uma ordem, nem assim o atraso atrapalha a estratĂ©gia.

E o game acabou me tomando umas boas horas. HĂ¡ um modo ranqueado, e foi nele que decidi investir. Quando se entende as sinergias entre personagens, conjuntos e todos os bĂ´nus, TFT deixa de ser o bicho de sete cabeças que parece Ă  primeira vista. AliĂ¡s, no TFT vocĂª ganha pontos se ficar entre os quatro primeiros colocados e perde se ficar entre os quatro Ăºltimos. Na questĂ£o de ranking nĂ£o hĂ¡ muito segredo.

Onde jogar

Teamfight Tactics estĂ¡ disponĂ­vel para PC dentro do client de League of Legends, de forma gratuita. TambĂ©m pode ser jogado em dispositivos Android e iOS de forma gratuita.

segunda-feira, 25 de março de 2019

Segundatina: Stardew Valley

Stardew Valley Ă© um dos meus jogos favoritos de todos os tempos. Ele foi produzido por Erick Barone, fĂ£ apaixonadĂ­ssimo pela sĂ©rie Harvest Moon, que foi ficando mais e mais complexa, errando enquanto tentava acertar.

Quando foi publicado pela Chucklefish Games, em 2016, Stardew Valley se tornou um verdadeiro fenĂ´meno. "O retorno dos jogos de fazendinha", bradaram alguns, quando o gĂªnero nunca deixou de existir. De qualquer forma, o jogo explodiu em sua Ă©poca e voltou aos holofotes no segundo semestre do ano passado, quando foi lançado o port para iOS, em outubro. O de Android foi prometido para "algum momento em 2019" e foi lançado no dia 14 de março, motivando sua apariĂ§Ă£o na coluna desta semana.

Enredo

Em Stardew Valley o jogador assume o papel de um personagem saturado do trabalho em uma grande corporaĂ§Ă£o na cidade. Seu avĂ´, no leito de morte, deixou uma fazenda localizada em uma pequena cidade no interior para o neto, desafio prontamente aceito pelo protagonista. No fim das contas, a introduĂ§Ă£o estĂ¡ lĂ¡ como uma desculpa para que o game aconteça, simples assim. E nĂ£o hĂ¡ demĂ©rito algum nisso.

É um gosto pessoal optar por jogos que sabem onde estĂ¡ seu apelo - neste caso fica na mecĂ¢nica - e que focam justamente em seu melhor ponto. O game em questĂ£o atĂ© tem milhares de linhas de diĂ¡logo, relacionamentos com os moradores da cidade, quests para revitalizar o centro comunitĂ¡rio e a economia local, mas Ă© tudo opcional, e se vocĂª quiser simplesmente passar de 15 a 30 minutos pescando, cuidando da fazenda ou minerando, pode fazer justamente isso.

Jogabilidade

Acredito que este seja o ponto principal do jogo da semana. Ele Ă© complexo, com uma leve camada que emula a simplicidade. VocĂª pode simplesmente fazer uma plantaĂ§Ă£o e regĂ¡-la todos os dias, e tambĂ©m pode colocar "x" sementes no solo e antes arĂ¡-lo, passar um fertilizante que retĂ©m o lĂ­quido e elimina necessidade de regar diariamente a plantaĂ§Ă£o, ou ainda colocar um aspersor para "aguar" sua plantaĂ§Ă£o, e ainda produzir aspersores melhores que terĂ£o mais tiles alcançados.
A fazenda começa uma bagunça absurda - Foto: ReproduĂ§Ă£o

O jogador tambĂ©m pode montar um galinheiro e colocar algumas galinhas por lĂ¡ para produzir ovos e ser feliz. Ou vocĂª pode ampliar o local para que caibam mais do que quatro galinhas, colocar um silo do lado para garantir que haja alimento no inverno, soltar os animais durante o dia para que deem um "rolĂª" na fazenda e ainda cuidar da felicidade deles.

O mais interessante dessa opĂ§Ă£o adotada pelo jogo - claramente inspirada por Harvest Moon - Ă© que todas essas situações que a princĂ­pio parecem complexas sĂ£o evoluções naturais. VocĂª vai querer melhorar o machado quando encontrar um tronco diferente que nĂ£o consegue cortar, e tambĂ©m vai querer melhorar o regador quando perceber que ele fica sem Ă¡gua antes de alcançar metade da sua produĂ§Ă£o na "roça".

Toda essa complexidade nĂ£o estĂ¡ lĂ¡ desde o começo, e aparece durante sua evoluĂ§Ă£o nos elementos de RPG do jogo. Ao iniciar a run o jogador sofre para plantar e colher. Com alguns dias de prĂ¡tica, o protagonista sobe de nĂ­vel ao ganhar proficiĂªncia em Ă¡reas como cultivo, mineraĂ§Ă£o, coleta, pesca e combate. É possĂ­vel chegar atĂ© o nĂ­vel 10 em cada habilidade, e no meio do caminho vocĂª pode escolher uma especializaĂ§Ă£o.

No cultivo, por exemplo, ao atingir o nĂ­vel 5 o jogador pode ser rancheiro ou cultivador, o que vai influenciar no valor de venda de produtos de origem animal ou daqueles cultivados na fazenda. JĂ¡ na pesca Ă© possĂ­vel escolher entre pescador e armadilheiro, que tambĂ©m tem suas diferenças. É uma forma de o jogo te dizer que vocĂª vai ser um mestre na habilidade que desejar aprimorar (ou em todas elas, afinal, basta dedicar tempo pra cada tarefa) e pode continuar sendo aprendiz em todo o resto.
É complexidade que vocĂª quer, @? DĂ¡ atĂ© pra casar no jogo! - Foto: ReproduĂ§Ă£o

No caso de querer ser Ăºnica e exclusivamente fazendeiro, vocĂª pode comprar minĂ©rios no ferreiro local, e converter esses itens em barras para suas construções. O ponto negativo Ă© a falta de opções no early game. Quem deseja ficar rico no joguinho precisa apelar para a pesca no inĂ­cio, que Ă© o caminho mais fĂ¡cil para conseguir uma grana e investir em plantaĂ§Ă£o maior.

Mobile

Ainda em relaĂ§Ă£o Ă  jogabilidade, ela funciona muito bem no computador e tambĂ©m nos consoles, mas divide opiniões na versĂ£o mobile. Isso porque para Android e iOS vocĂª pode clicar onde o personagem deve ir ou usar os famigerados botões virtuais. Achei a opĂ§Ă£o padrĂ£o bem ok, mas os descontentes com os dois modos de controle podem parear um joystick bluetooth ou plugar algum controle USB e serem felizes.

A adaptaĂ§Ă£o para Android, feita pelo estĂºdio The Secret Police (que tambĂ©m fez a versĂ£o de iOS) veio com alguns bugs. O mais irritante deles Ă© no som - geralmente quando saio da mina o Ă¡udio fica com "eco", e percebi isso usando fones de ouvido - que, por sinal, sĂ£o extremamente necessĂ¡rios (sĂ©rio, jogue usando fones de ouvido). Fiz o report e o normal Ă© que seja resolvido em breve. AliĂ¡s, no dia seguinte ao lançamento jĂ¡ houve um patch pra corrigir erros apresentados pelo port - jogo fechando em diĂ¡logo com NPC era algo que acontecia no primeiro dia, por exemplo, mas foi corrigido. Senti tambĂ©m uns slowdowns enquanto cortava Ă¡rvores na fazenda. É um ponto a se otimizar, mas o velho Snapdragon 625 do smartphone pode ter contribuĂ­do pra isso.

Como a versĂ£o mĂ³vel tem pouquĂ­ssimas diferenças em relaĂ§Ă£o Ă  de PC, Ă© possĂ­vel atĂ© mesmo copiar o save que vocĂª tem na Steam e usar no smartphone. É algo que tem de ser feito manualmente e nĂ£o hĂ¡ uma ferramenta oficial de importaĂ§Ă£o ou sincronizaĂ§Ă£o com a nuvem aqui.

Seria exigir demais, nĂ£o Ă© mesmo? AliĂ¡s, a principal diferença aqui Ă© a inexistĂªncia do multiplayer, recurso que demorou a ser implantado nos computadores (dois anos e alguns meses), ainda nĂ£o funciona de forma ideal e tambĂ©m nĂ£o existe nos consoles. TambĂ©m nĂ£o hĂ¡ suporte a mods, mas invariavelmente alguĂ©m vai fazer um app pra resolver isso. De resto, o conteĂºdo do mobile Ă© o mesmo existente nas outras versões.

Vale a pena?

Sem dĂºvida alguma. VocĂª nĂ£o precisa ter conhecido Harvest Moon, Story of Seasons ou qualquer outro game de gerenciamento de fazenda para se aventurar em Stardew Valley. Talvez ele nĂ£o tenha o tutorial mais explicativo de todos, mas Ă© muito intuitivo.
Olha sĂ³ quanto tempo de jogo sĂ³ na versĂ£o mobile - Foto: ReproduĂ§Ă£o

Acredito que este seja um jogo perfeito tanto para jogatinas despretensiosas quanto pra dedicaĂ§Ă£o intensa. Comprei a versĂ£o mĂ³vel no dia do lançamento e, entre algumas sessões que duravam minutinhos aqui e minutinhos ali, acumulei mais de 30 horas de jogo! JĂ¡ Ă© quase quatro vezes mais tempo do que as mĂ­seras quatro horas que dediquei Ă  versĂ£o Steam - que comprei alguns meses apĂ³s o lançamento, diga-se de passagem. AliĂ¡s, sempre me perguntei o motivo de nĂ£o existir uma versĂ£o para dispositivos mĂ³veis, pois o jogo era ideal pra isso. E hoje ela estĂ¡ aĂ­.

Onde e quanto?





quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

O retorno de Grand Chase | Foi em grande estilo?


Grand Chase foi por muitos anos um dos jogos mais populares no Brasil. Desenvolvido e publicado pela KOG no resto do mundo, em terras tupiniquins o game era mantido pela Level Up Games.

Houve todo um cuidado com a localizaĂ§Ă£o do jogo, que recebeu atĂ© dublagem durante seus quase dez anos de atividade. O esmero na localizaĂ§Ă£o explica o carinho especial dos brasileiros por Grand Chase e tambĂ©m a decepĂ§Ă£o de muitos quando em 2015 foi anunciado o fim do jogo. Rumores dĂ£o conta de que na Ă©poca atĂ© houve esforço da LUG para adquirir os direitos do game, mas a KOG se negou a vendĂª-los.

Desde sua morte oficial, Grand Chase nĂ£o foi esquecido. No Brasil o jogo recebeu diversos servidores piratas, mas que nĂ£o tinham novos personagens e que acabavam enjoando os jogadores. Mas eis que chega 2018 e a KOG anuncia o retorno do tĂ­tulo. Desta vez o game foi lançado para plataformas mĂ³veis. HĂ¡ alguns meses servidores ao redor do mundo estavam liberados, e no dia 27 de novembro foi liberado o acesso de brasileiros ao jogo.

Confesso que nĂ£o ouvi falar do novo Grand Chase atĂ© duas semanas antes de seu lançamento. Apareceu como sugestĂ£o de prĂ©-registro na Google Play, fiz minha inscriĂ§Ă£o e compartilhei com outras "viĂºvas" deixadas pelo jogo original, fazendo meu papel de espalhar a palavra. TambĂ©m nĂ£o pesquisei sobre gameplays e afins antes do lançamento de um servidor nacional. 

NĂ£o pesquisar foi uma decisĂ£o consciente por dois motivos: nĂ£o queria tomar spoiler do conteĂºdo e tambĂ©m nĂ£o queria me decepcionar caso nĂ£o atendesse minhas expectativas - que estavam bem altas, diga-se de passagem. Agora, alguns meses depois do lançamento, vamos tentar responder aos poucos a seguinte pergunta: o retorno foi em grande estilo?

O que Ă© legal

Eu seria extremamente injusto se nĂ£o começasse falando da localizaĂ§Ă£o. Pra mim foi o fator marcante no Grand Chase que era habituado a jogar. As falas dubladas, a traduĂ§Ă£o dos menus... Tudo em uma Ă©poca na qual traduzir jogos era algo bem incomum, limitado a traduções nĂ£o oficiais disponibilizadas em fĂ³runs como o Game VĂ­cio. 

E a localizaĂ§Ă£o tambĂ©m estĂ¡ presente na nova versĂ£o. O servidor foi lançado com alguns erros de traduĂ§Ă£o - que os desenvolvedores disseram que vĂ£o corrigir em breve, pois nĂ£o poderiam adiar o lançamento - mas nota-se o esmero na localizaĂ§Ă£o. 

Os personagens tem interações dubladas, os quadrinhos que surgem no enredo estĂ£o traduzidos, tudo como manda o figurino. Tem atĂ© algumas coisinhas que considero extras, como o nome do dublador na ficha de personagem. Definitivamente podemos dizer que a KOG caprichou por aqui.

A trilha sonora tambĂ©m Ă© um ponto a se ressaltar. Ela Ă© ok, e vou usar o clichĂª "cumpre bem seu papel". E o estilo grĂ¡fico tambĂ©m Ă© muito bonito. As animações - de movimentos de personagens a golpes - sĂ£o bem feitas e detalhadas. O estilo cartunesco contribui muito para isso, e a movimentaĂ§Ă£o passa uma enorme sensaĂ§Ă£o de fluidez durante a jogatina.

Para encerrar os pontos positivos, vamos falar da variedade de personagens. SĂ£o dezenas de personagens disponĂ­veis. Eles sĂ£o divididos em classes como Tank, Healer, Archer, Mage e Warrior. Como as missões sĂ£o feitas em grupos com quatro personagens, nĂ£o Ă© possĂ­vel agregar todas as classes em uma Ăºnica equipe, mas podem ser feitas combinações bem interessantes, por sinal.



O que nĂ£o Ă© legal

Vamos ao que me deixou um pouco decepcionado em relaĂ§Ă£o ao jogo em si. A primeira coisa Ă© o estilo gacha. Para quem nĂ£o conhece, esse estilo tem origem nas mĂ¡quinas de gashapon (ou gachapon), que sĂ£o bem populares no JapĂ£o. Nestas mĂ¡quinas vocĂª coloca dinheiro e recebe um boneco de PVC. Nos jogos que usam o estilo, significa que o jogador gasta - moeda do jogo e dinheiro real tambĂ©m - para "invocar" personagens. 

AtĂ© que nĂ£o parece tĂ£o ruim, nĂ£o Ă© mesmo? Se vocĂª nĂ£o estĂ¡ familiarizado com o gĂªnero - bem popular atualmente em grandes franquias portadas para dispositivos mĂ³veis - vou te explicar os motivos de nĂ£o gostar do sistema de gacha. Em Grand Chase os personagens sĂ£o divididos por estrelas e rank de raridade (que vai de B a SR, em ordem crescente de poder). Ao fazer um summon de herĂ³i, hĂ¡ chances de que ele seja de uma classe alta ou baixa. 

Mas Ă© Ă³bvio que essas invocações nĂ£o sĂ£o facilitadas e geralmente exigem uma grande quantidade de moeda especĂ­fica pra isso, que pode ser adquirida com muito esforço ou investindo alguns taokeis. AĂ­ estĂ¡ o pulo do gato: se vocĂª quiser ter um personagem realmente forte precisa gastar muito tempo ou uma bela grana para ter a chance de tentar sortear um herĂ³i bacana. A mecĂ¢nica toda Ă© feita com base em sorte. NĂ£o Ă© algo que me agrada, particularmente, mas que trata-se de uma fĂ³rmula rentĂ¡vel, entĂ£o Ă© compreensĂ­vel a utilizaĂ§Ă£o da mecĂ¢nica de gacha aqui.

A jogabilidade tambĂ©m nĂ£o me agradou muito. Alguns jogos similares, como Bleach: Brave Souls, usam joystick virtual e habilidades clicĂ¡veis com botões emulando um controle tradicional. JĂ¡ no Grand Chase o jogador precisa clicar no local onde quer que os personagens cheguem e clicar e arrastar habilidades. NĂ£o Ă© o fim do mundo, e me lembrou bastante a jogabilidade de Vainglory, mas, como disse ao inĂ­cio do parĂ¡grafo, nĂ£o gostei. No entanto, Ă© possĂ­vel ativar as opções auto move e auto skill, e deixar o jogo se jogar sozinho em missões e atĂ© mesmo no PVP.

Veredito

No fim das contas, podemos avaliar que sim, Grand Chase voltou em grande estilo. Quem tem familiaridade com a lore, conhece personagens e o universo do game, vai gostar bastante do que a KOG fez por aqui. O jogo estĂ¡ disponĂ­vel para Android e iOS

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Segundatina: RWBY Amity Arena


Estamos de volta com mais uma ediĂ§Ă£o da Segundatina, sua coluna semanal de indicaĂ§Ă£o de joguinhos para passar o tempo. Desta vez vamos falar sobre o Clash Royale de RWBY, trata-se de RWBY Amity Arena.

Amity Arena mistura elementos
de estratégia em tempo real com Tower Defense
Para quem nĂ£o conhece, RWBY Ă© uma websĂ©rie de animaĂ§Ă£o criada por Monty Oum e que surgiu em 2013. Ambientada no mundo ficcional de Remnant, a sĂ©rie conta a histĂ³ria de jovens que treinam para virarem caçadores e protegerem o mundo de criaturas das trevas.

Atualmente RWBY estĂ¡ em seu sexto volume, e todos os episĂ³dios podem ser assistidos de forma gratuita no site da Rooster Teeth (estaĂ© a pĂ¡gina oficial da sĂ©rie).

Como todo produto de entretenimento, Ă© Ă³bvio que foi feito um jogo da sĂ©rie e trata-se de RWBY Grimm Eclipse, lançado para PC, Xbox One e PS4, mas que nĂ£o foi um sucesso de vendas. EntĂ£o porque nĂ£o apostar em algo para dispositivos mĂ³veis?

Foi exatamente o que a Rooster Teeth fez ao anunciar parceria com o estĂºdio sul-coreano NHN Entertainment Corporation. Foi aĂ­ que surgiu RWBT Amity Arena, um jogo fortemente inspirado em Clash Royale.

Quem acompanha o Multiverso Convergente certamente conhece o tĂ­tulo da Supercell, que popularizou todo um subgĂªnero de jogos de estratĂ©gia em tempo real. FĂ³rmula essa que foi aprimorada por Star Wars: Force Arena, tĂ­tulo publicado pela Netmarble em 2017 para Android e iOS.

Game tem jogabilidade inspirada
em Star Wars: Force Arena
e interface inspirada em Clash Royale
AliĂ¡s, ouso dizer que Amity Arena foi muito mais inspirado no tĂ­tulo da Netmarble do que em Clash Royale. Isso porque no game da Supercell nĂ£o hĂ¡ distinĂ§Ă£o de herĂ³is e tropas – as cartas podem ser divididas em tropas, construções e feitiços – enquanto em Force Arena, sim.

Dadas as devidas comparações, vamos ao bĂ¡sico, explicando como funciona Amity Arena. Aqui vocĂª enfrenta outros jogadores em uma arena com o objetivo de destruir ao menos uma das trĂªs torres adversĂ¡rias e preservar as suas. Para isso, Ă© possĂ­vel colocar unidades em uma arena, e os personagens podem ser obtidos em forma de cartas.

Cada jogador pode ir Ă  arena com um deck de oito cartas, que podem ser divididas em tropas e herĂ³is. Os herĂ³is sĂ£o mais difĂ­ceis de serem encontrados, porĂ©m geralmente contam com habilidades especiais. O jogo Ă© grĂ¡tis, mas oferece microtransações – Ă© possĂ­vel adquirir baĂºs e chaves para desbloquear mais cartas e acelerar a progressĂ£o.

No geral, se vocĂª gosta de jogos como Clash Royale e tambĂ©m de RWBY, Amity Arena Ă© uma Ă³tima pedida para aquela jogatina rĂ¡pida. O game estĂ¡ disponĂ­vel para dispositivos Android e iOS.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Segundatina: Towaga


E voltamos com mais uma segundatina neste conceituado blog. Para a coluna da semana separei um game exclusivo de Android, com jogabilidade simples, porém dificuldade elevada. Vamos falar de Towaga!

Desenvolvido pela Sunnyside Games – mesmo estĂºdio de The Firm – o jogo te coloca na pele de ChimĂ¹, um personagem xamĂ£ que protege o templo de Towaga.

O objetivo Ă© ficar no topo do monte usando duas habilidades para evitar a aproximaĂ§Ă£o de monstros, sendo que uma fica do lado direito e a outra do lado esquerdo da tela. É uma mecĂ¢nica que lembra muito jogos do tipo tower defense (ou temple defense, abusando do trocadilho neste caso em especĂ­fico).

Towaga conta com cinco mundos diferentes, e cada fase Ă© mais difĂ­cil que a anterior. Como Ă© fĂ¡cil de jogar, no entanto, Ă© possĂ­vel aproveitar de seções curtas do game sem enjoar. A trilha sonora Ă© outro ponto positivo, e que o jogo faz questĂ£o de ressaltar ao exibir um belĂ­ssimo de um aviso informando que “Ă© melhor jogar usando fones de ouvido”.

HĂ¡ tambĂ©m a possibilidade de desbloquear visuais diferentes para ChimĂ¹ conforme o jogador cumpre desafios, e nĂ£o hĂ¡ como comprar essas skins – ou seja, o jogo Ă© livre de microtransações, ao menos por enquanto.

Towaga estĂ¡ disponĂ­vel apenas para Android, de forma gratuita, e pode ser instalado clicando aqui

Uma curiosidade sobre o jogo Ă© que a Sunnyside Games estĂ¡ desenvolvendo o tĂ­tulo Inlight, que usa das exatas mesmas mecĂ¢nicas de Towaga, e que deve chegar ao PC, Mac e Nintendo Switch em meados de 2019. VocĂª pode saber mais sobre Inlight na pĂ¡gina do jogo na Steam. 

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Segundatina: Battlelands Royale

E depois de algumas semanas de muita correria, finalmente consigo me dedicar ao blog novamente nas horas vagas, começando com o retorno da Segundatina!

O jogo da semana Ă© mais um do gĂªnero Battle Royale, e trata-se de Battlelands Royale. Desenvolvido e publicado pela Futureplay, o game se destaca primeiro pela visĂ£o top down. É um ponto positivo principalmente para quem sofre de motion sickness e tem dificuldades em jogar qualquer tĂ­tulo em primeira ou terceira pessoa.

Os grĂ¡ficos lembram muito o estilo chibi, e hĂ¡ quem diga que Battlelands Royale pareça muito uma versĂ£o mini de Fortnite, maior expoente do gĂªnero na atualidade.

Caso vocĂª nĂ£o tenha familiaridade com Battle Royale, vamos explicar como funciona o jogo desta Segundatina. O game coloca 32 jogadores em um mapa que vai diminuindo aos poucos. Repleto de armas e munições, o cenĂ¡rio faz com que os jogadores batalhem entre si pela sobrevivĂªncia. Uma partida de Battlelands Royale dura, geralmente, de trĂªs a cinco minutos.

Diferente de outros jogos do gĂªnero, aqui nĂ£o hĂ¡ como jogar em esquadrĂ£o, apenas nos modos solo ou em dupla - que pode ser formada com um amigo ou outro jogador aleatĂ³rio. Gratuito para jogar, Battlelands arrecada com a venda de Battle Bucks, moeda prĂ³pria que possibilita a compra de itens cosmĂ©ticos e do Passe de Batalha, que dĂ¡ acesso a itens de visual e personagens novos.

O game se encontra atualmente na segunda temporada, e pode ser instalado em dispositivos Android e iOS.




terça-feira, 18 de setembro de 2018

Super Mario Flashback | Suave como uma brisa refrescante no verĂ£o

Quando hĂ¡ fangame e Nintendo na mesma frase, geralmente podemos esperar algumas coisas. Em raras ocasiões trata-se de um jogo bem feito, mas produzido por fĂ£s, que naturalmente nĂ£o tem o direito sobre a propriedade intelectual que estĂ£o usando. É o caso de PokĂ©mon Prism, uma hack rom de PokĂ©mon que tomou proporções assustadoras e acabou levando um belĂ­ssimo de um strike - mas posteriormente foi concluĂ­da e publicada por alguĂ©m do reddit. Ou de Another Metroid 2 Remake, outro fangame que foi derrubado pela Nintendo.

SĂ£o sĂ³ alguns exemplos de jogos que pareciam ser muito promissores e caprichados, mas invariavelmente foram varridos do mapa. NĂ£o que a Nintendo esteja errada, longe disso. Odiaria caso alguĂ©m copiasse de forma integral - ou parcial - os textos que produzo e replicasse por aĂ­.

De qualquer forma, mais um fangame tem ganho espaço recentemente na internet, e desta vez do carro chefe da empresa, o personagem mais conhecido dos games, Mario Mario. O jogo em produĂ§Ă£o chama-se Super Mario Flashback, desenvolvido pelo Team Flashback.

Ele estĂ¡ em produĂ§Ă£o hĂ¡ uns bons anos, e em agosto uma demo pĂºblica do projeto foi liberada. Com grĂ¡ficos estilizados e uma trilha sonora sensacional, Super Mario Flashback Ă© o que muitos fangames da franquia gostariam de ser, sem dĂºvida alguma.

Apesar de ser o visual que atrai, a jogabilidade e a trilha sonora do jogo sĂ£o quem conquistam e fidelizam o jogador. Conheci a demo de Super Mario Flashback hĂ¡ alguns dias e, antes de gastar qualquer mega da minha franquia de dados, assisti alguns vĂ­deos.

Por esses vĂ­deos a jogabilidade parecia ser muito suave, e de fato Ă©. Os controle sĂ£o fluĂ­dos, bem responsivos, e as poucas fases disponĂ­veis sĂ£o muito bem construĂ­das.

Se vocĂª se interessou pelo jogo, pode ficar por dentro das novidades seguindo no Twitter o perfil @marioflashback. A demo jogĂ¡vel de Super Mario Flashback pode ser baixada clicando aqui.



segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Segundatina: Comix Zone

Lançado em 1995 para Mega Drive, Comix Zone Ă© um beat 'em up que tem estilo visual Ăºnico e jogabilidade extremamente desafiadora que, como tudo desenvolvido pela Sega, acabou sendo portado para diversas plataformas. Por este exato motivo o jogo aparece na Segundatina da semana.

A premissa do jogo Ă© simples, o herĂ³i Ă© um desenhista que acaba entrando em uma histĂ³ria em quadrinhos repleta de vilões e capangas que estĂ£o apenas esperando para serem destruĂ­dos. Como falei no parĂ¡grafo anterior, o game recebeu versões para muitas plataformas alĂ©m do Mega Drive, como Xbox 360, Wii, Game Boy Advance, PlayStation 3, Microsoft Windows e, recentemente, Android e iOS.
Se vocĂª estĂ¡ afim de um joguinho para passar o tempo, Comix Zone certamente Ă© um tĂ­tulo a se considerar. Na Steam ele estĂ¡ sendo vendido por R$ 2,19, completo. Em dispositivos Android e iOS Ă© possĂ­vel baixar de graça, com a possibilidade de gastar alguns mangos para ter acesso Ă  versĂ£o completa, sem propagandas e com backup de save na nuvem.


terça-feira, 11 de setembro de 2018

OpiniĂ£o: A Link Between Worlds Ă© o melhor jogo de 3DS


The Legend of Zelda Ă© uma sĂ©rie de jogos que sempre me intrigou bastante. NĂ£o no sentido ruim da coisa, e sim por uma sĂ©rie de motivos. O primeiro deles Ă© que quando joguei Ocarina of Time (o mais aclamado da franquia, acredito) ainda tinha seis ou sete anos, e nĂ£o entendi nada do que acontecia na tela.

Um outro motivo Ă© o tamanho do mapa e a forma como as coisas funcionam na sĂ©rie. Desde o primeiro jogo atĂ© Breath of The Wild, Legend Of Zelda oferece mapas enormes e as indicações de objetivos tendem a ser muito sutis, fazendo com que o jogador precise andar bastante atĂ© encontrar a prĂ³xima vĂ­rgula da histĂ³ria e chegar Ă  conclusĂ£o.

O terceiro ponto estĂ¡ nas dungeons e seus puzzles. NĂ£o tenho vergonha alguma em admitir que me sinto MUITO burro ao passar horas tentando resolver um quebra-cabeça dentro de alguma dungeon e de repente descobrir que a soluĂ§Ă£o era estupidamente simples.

Coloque estes trĂªs motivos em um refratĂ¡rio mĂ©dio, acrescente um pouco de falta de vontade e chegue Ă  seguinte conclusĂ£o: eu nunca tinha terminado um game da sĂ©rie Zelda. NĂ£o atĂ© 2018.

No começo do ano, apĂ³s muitas idas e vindas, finalmente consegui comprar um Nintendo 3DS. Obviamente foi pra jogar PokĂ©mon – uma experiĂªncia, aliĂ¡s, que nĂ£o cabe aqui neste post – porĂ©m fui pesquisar sobre outros games para o portĂ¡til, e uma recomendaĂ§Ă£o recorrente era A Link Between Worlds.

Decidi dar uma nova chance Ă  franquia. Pensei que, de fato, alguns jogos nĂ£o sĂ£o feitos para todos os tipos de jogadores, mas nĂ£o custaria muito abrir espaço para o game. Acredito que nunca vou me arrepender de ter feito isso.

A Link Between Worlds foi lançado em 2013 oficialmente como continuaĂ§Ă£o de A Link to The Past, do Super Nintendo. No JapĂ£o, aliĂ¡s, o jogo recebeu o tĂ­tulo de The Legend of Zelda: Triforce of the Gods 2.

O enredo do jogo Ă© bem simples, diga-se de passagem. Logo no inĂ­cio vocĂª Ă© apresentado a Ravio, um personagem misterioso e simpĂ¡tico que te empresta um bracelete. Minutos depois e o jogador se depara com Yuga, um mago do mal que transforma as pessoas em pintura.

Quando o mago coloca o personagem principal na parede, Link consegue escapar por conta do bracelete que lhe foi entregue. E aí começa toda a jornada de salvar o reino de Hyrule.

Em dado momento aparece a conexĂ£o com outro mundo, o que justifica a ligaĂ§Ă£o com A Link to The Past. O herĂ³i passa a viajar por Lorule, uma versĂ£o alternativa de Hyrule e que trata-se do reino onde Yuga escondeu os sete sĂ¡bios, com o objetivo de usar seus poderes para dominar o mundo e controlar a Triforce, nĂ£o necessariamente nesta ordem.

E como Ă© feita a transiĂ§Ă£o entre os dois mundos? Usando aquele bracelete que citei alguns parĂ¡grafos acima. Por ter propriedades mĂ¡gicas, ele possibilita ao herĂ³i entrar nas paredes e passar por fissuras de ligaĂ§Ă£o entre os reinos. Essa mecĂ¢nica Ă© o que faz o jogo rodar, e auxilia muitas vezes na resoluĂ§Ă£o de quebra-cabeças.

Diferente do que ocorre em outros jogos da sĂ©rie, A Link Between Worlds te deixa usar todos os equipamentos desde o inĂ­cio. Ou quase todos, jĂ¡ que um dos itens apenas Ă© liberado apĂ³s resgatar certo personagem.

Os equipamentos sĂ£o alugados, e da primeira vez Ă© de graça. Se vocĂª morrer, todos os itens que carregava voltam para Ravio, o dono deles e que abre uma lojinha na sua casa. Em determinado ponto do game abre-se a possibilidade de comprar os itens para que sejam permanentemente seus.
A segunda tela do 3DS Ă© utilizada como inventĂ¡rio e tambĂ©m mapa. Algo que achei muito bacana Ă© que o game deixa marcado seus objetivos primĂ¡rios com um belo “X” em cada ponto, mas ainda te deixa marcar alguns locais com alfinetes.

E lembra que no começo falei sobre os mapas desnecessariamente grandes de Legend of Zelda? Em A Link Between Worlds o mapa é relativamente grande, sim, porém a Nintendo fez um excelente trabalho para tornar as coisas mais interessantes nesse sentido.

O fast travel do jogo funciona Ă  base de checkpoints, que sĂ£o descobertos atravĂ©s de cucos espalhados pelo mapa. Isso Ă© apresentado no encontro com uma simpĂ¡tica bruxinha, que lhe dĂ¡ um sino e pede para que o jogador toque toda vez que quiser ser levado a algum ponto distante.

Acontece que em determinado momento eu senti que conhecia tanto Hyrule e Lorule que praticamente abandonei o fast travel. Era prazeroso chegar Ă  prĂ³xima etapa da histĂ³ria principal. Paralelo a isso eu conseguia enfrentar alguns inimigos pelo mapa e angariar rupees para comprar equipamentos novos, ou mesmo encontrar alguns bichinhos de uma sidequest que me deixava melhorar os itens que tinha adquirido de forma permanente.

Em Link Between Worlds a exploraĂ§Ă£o Ă© encorajada, e nĂ£o punida. VocĂª pode atĂ© nĂ£o encontrar um grande objetivo apenas “sapeando” pelo territĂ³rio de Hyrule, mas acaba se deparando com uma garrafa onde poderĂ¡ acumular poĂ§Ă£o, ou com uma vidente que te dĂ¡ dicas de como acessar determinadas dungeons e qual serĂ¡ seu prĂ³ximo desafio na histĂ³ria principal.

As dungeons, por sinal, nĂ£o sĂ£o nada tediosas. Foi o primeiro Legend of Zelda no qual nĂ£o me senti um imbecil por nĂ£o decifrar os enigmas. Fiquei empacado alguns minutos em certos locais? Mas nada que mudar a ordem das dungeons e voltar depois nĂ£o tenha resolvido.

A Link Between Worlds definitivamente nĂ£o dĂ¡ respostas fĂ¡ceis, e em nenhum momento subestima o jogador.


Outro ponto que prende bastante Ă© a trilha sonora. Jogar A Link Between Worlds sem fones de ouvido decentes Ă© uma injustiça com a mĂºsica e os efeitos sonoros do jogo.

O tema de Hyrule se tornou facilmente a minha trilha sonora favorita de games. E a releitura de Zelda’s Lullaby? Simplesmente fascinante e muito difĂ­cil de descrever a sensaĂ§Ă£o de ouvi-la no Milk Bar. E lembra que alguns parĂ¡grafos acima citei o fast travel? Pois Ă©, atĂ© o barulho feito pelo sino usado nas viagens rĂ¡pidas Ă© bacana.
Hyrule at Peace: facilmente a melhor mĂºsica do jogo

E toda essa experiĂªncia dura apenas 16 horas. Particularmente, levei 18 horas para “fechar” o jogo, e ainda deixei muitos colecionĂ¡veis e corações pra trĂ¡s. Acho que atĂ© deixei de pegar uma das roupas do herĂ³i na primeira run, o que me incentivou a abrir um novo save e jogar de forma complecionista.
Indubitavelmente, The Legend of Zelda: A Link Between Worlds Ă© o melhor jogo de 3DS. Se vocĂª tem um portĂ¡til da linha, acredite, compensa e muito a compra do tĂ­tulo. Digamos que ele seria 10/10 no meu ranking.

AliĂ¡s, o game me fez ficar interessado em outros tĂ­tulos da sĂ©rie e motivou atĂ© mesmo a comprar outro console da Nintendo, mas isso Ă© histĂ³ria para outra postagem.

MĂ´nica e a Guarda dos Coelhos | Um novo tower defense vem por aĂ­!

A Turma da MĂ´nica nĂ£o Ă© nova no mundo dos games, principalmente se levarmos em conta os clĂ¡ssicos feitos pela TecToy na era Master System em cima dos jogos da franquia Wonder Boy. E parece que a turma mais famosa dos quadrinhos brasileiros volta aos consoles nos prĂ³ximos meses.

Isso porque foi anunciado na Game XP o jogo MĂ´nica e a Guarda dos Coelhos. O desenvolvimento estĂ¡ sendo feito pela Mad Mimic Interactiv, que ficou conhecida apĂ³s lançar o game No Heroes Here. O novo tĂ­tulo, ao que o trailer mostra, serĂ¡ um tower defense, podendo ter de um a quatro jogadores focando em defender castelos contra hordas de inimigos.

Para alcançar o objetivo, os jogadores precisarĂ£o criar pĂ³lvoras e coelhos mĂ¡gicos, carregar canhões e derrotar a sujeira. Ainda nĂ£o foi definida uma data de lançamento, mas MĂ´nica e a Guarda dos Coelhos sai ainda no segundo semestre deste ano para Nintendo Switch, PC, Mac e PlayStation 4.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Segundatina: Horizon Chase


Mais uma segunda-feira e chegamos a mais uma Segundatina. O joguinho de hoje veio de terras brasileiras para dispositivos Android e iOS e depois ganhou versões para PlayStation 4 e PC, trata-se de Horizon Chase.

Lançado em 2015 pelo estĂºdio Aquiris, Horizon Chase Ă© um jogo de corrida que homenageia o clĂ¡ssico Top Gear (1992, Super Nintendo), ao mesmo tempo em que evolui a fĂ³rmula do Ă¡rcade e apresenta grĂ¡ficos muito bem feitos e trilha sonora sensacional – que tambĂ©m remete muito a Top Gear e foi feita por Barry Leitch, mesmo compositor do clĂ¡ssico do Super Nintendo.

Tanto no Android quanto no iOS, Horizon Chase foi lançado de forma gratuita, com algumas corridas e carros liberados. Se vocĂª quiser ter acesso a todas as pistas e carros do jogo, Ă© necessĂ¡rio desembolsar uma grana – nĂ£o muita, pois na versĂ£o de Android desembolsei cerca de R$ 11 pela versĂ£o completa.

JĂ¡ no PS4 e na Steam o game foi lançado como Horizon Chase Turbo, recheado com 12 copas, 48 cidades, 109 pistas, 31 carros desbloqueĂ¡veis e 12 upgrades.

Se vocĂª estĂ¡ entre aqueles e aquelas que ficaram apaixonados pelo Top Gear original dos anos 1990, Horizon Chase definitivamente Ă© uma excelente opĂ§Ă£o para sua jogatina, nĂ£o sĂ³ de segunda, mas tambĂ©m de qualquer outros dias.

PUBG Mobile Lite: o Battle Royale que roda até em Moto C

Battle Royale Ă© definitivamente o gĂªnero do momento quando se fala de games. NĂ£o Ă© de se espantar, portanto, que jogos com essa pegada tenham sido lançados para praticamente todas as plataformas modernas. Demorou, no entanto, atĂ© que os principais expoentes dessa febre, Fortnite e PUBG, dessem a devida atenĂ§Ă£o aos dispositivos mĂ³veis, que podem ser muito rentĂ¡veis.

Em uma ponta, PUBG e Fortnite tem recursos e visuais bacanudos, o que os coloca bem Ă  frente da concorrĂªncia quando se trata de qualidade. Mas ambos perdem para os clones quando se trata de desempenho. Ao menos um deles nĂ£o perde mais.

Ocorre que em agosto a Tencent, proprietĂ¡ria da Bluehole (desenvolvedora de PUBG) começou um teste fechado para a PUBG Mobile Lite, versĂ£o do jogo destinada a dispositivos low end. Enquanto a versĂ£o principal do game pesa 1,5 GB, a "enxuta", que entrou em perĂ­odo de testes pĂºblicos na Ăºltima semana, ocupa menos de 300 MB. Obviamente a reduĂ§Ă£o no tamanho vem acompanhada de alguns sacrifĂ­cios.

O principal corte estĂ¡ na qualidade grĂ¡fica. A versĂ£o Lite passou por um enorme downgrade. Por ser destinado a dispositivos com pouco poder de processamento, o "novo jogo" teve cortes no visual e tambĂ©m no nĂºmero de jogadores por mapa, que caiu de 100 para 40 em cada partida.
Uma alteraĂ§Ă£o interessante na versĂ£o Lite Ă© que consigo ganhar o jogo
Apesar de nĂ£o parecer Ă  primeira vista, o Ă¡udio do jogo tambĂ©m teve alguns cortes. O efeito sonoro ao fazer um disparo parece som de lata, mostrando que os desenvolvedores economizaram em tudo mesmo.

AtĂ© a publicaĂ§Ă£o deste post tambĂ©m nĂ£o havia uma loja completa de itens, que deixasse comprar skins com dinheiro real. A loja de suprimentos disponĂ­veis estava aberta apenas para ouro, a moeda corrente do game e ganha em partidas.
Ainda dĂ¡ pra andar de carro na versĂ£o lite
Algumas coisas, no entanto, permanecem intocadas. Apesar do downgrade grĂ¡fico, as mecĂ¢nicas de PUBG estĂ£o todas ali, como veĂ­culos, as armas, os paraquedas, tudo. AtĂ© mesmo o chat de voz ingame permanece intocado.

E todas as alterações feitas deram resultado satisfatĂ³rio? Podemos dizer que sim. Fiz testes em alguns aparelhos considerados de entrada, como meu Moto E4 e o Moto C de um amigo (com apenas 8GB de memĂ³ria interna e 1GB de RAM) e o game apresentou desempenho satisfatĂ³rio e consistente.

Enfim, se vocĂª quer aproveitar um Battle Royale no seu smartphone ou tablet modesto, PUBG Mobile Lite Ă© o jogo. Ele pode ser instalado pela Google Play, atravĂ©s do link: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.tencent.iglite

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Segundatina: Dragon Ball Legends


Dragon Ball Ă© de fato um nome muito forte e que transforma em sucesso de vendas todos os produtos lançados com esta marca. NĂ£o Ă© difĂ­cil de imaginar, portanto, que na era dos jogos freemium esta fosse uma franquia a ficar de fora da onda.

Foi justamente por isso que a Bandai Namco desenvolveu Dragon Ball Legends, publicado para Android e iOS e que traz uma mecĂ¢nica jĂ¡ conhecida daqueles que se consideram verdadeiros mobile gamers, a de personagens desbloqueĂ¡veis em um sistema de gacha, ou basicamente em loot box.
Uma das estratĂ©gias para transformar Dragon Ball Legends em um jogo atrativo foi a introduĂ§Ă£o de um personagem inĂ©dito que move a histĂ³ria do game. Trata-se de Shallot, um misterioso sayajin que tem seu passado revelado no modo singleplayer.
A Bandai Namco jura que Shallot
 foi desenvolvido pelo prĂ³prio Akira Toryiama,
criador de Dragon Ball - ReproduĂ§Ă£o/Google

Modos

O jogo pode ser dividido em dois modos, sendo eles single e multiplayer. No single vocĂª gasta energia para cumprir missões da histĂ³ria e participar de eventos para desbloquear novos personagens. TambĂ©m hĂ¡ opções de aventura e treinamento nesta modalidade, tornando menos tediosa a mecĂ¢nica de “farmar” itens para subir os personagens de categoria.

O modo multiplayer tem um PVP que pode ser jogado de forma casual ou rankeada. É possĂ­vel levar atĂ© trĂªs herĂ³is para cada batalha, e um sistema de pedra-papel-tesoura torna as coisas bem interessantes. Uma curiosidade Ă© que o modo online nĂ£o gasta energia da limitada barra do jogo, o que pode ser considerado muito positivo.

Combate
A luta em Dragoon Ball Legends ocorre com toques na tela. Existem cartas que aparecem no decorrer do combate e permitem executar ações como ataque de curta distĂ¢ncia, ataque de longa distĂ¢ncia ou aplicar buffs. Algumas destas cartas vem marcadas com esferas do dragĂ£o, e ao usar sete delas Ă© possĂ­vel executar o Rising Rush, um ataque especial que geralmente finaliza o inimigo.
Tela de combate do game - ReproduĂ§Ă£o/Google

ConclusĂ£o

Seguindo a estratĂ©gia de muitos freemium, Dragon Ball Legends nĂ£o Ă© pay to win, mas tem sua moeda paga, baseada nos Chrono Crystals. Quanto mais deles vocĂª tem, mais pode gastar para tentar desbloquear personagens novos no modo de sorteio. É um game bacana tanto para quem quer curtir algo novo da franquia, como a histĂ³ria, quanto para quem deseja apostar na competitividade. Como falei no inĂ­cio do post, o jogo estĂ¡ disponĂ­vel para Android e iOS, e vocĂª pode baixa-lo na Google Play ou na App Store.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Segundatina: Onmyoji Arena


CarĂ­ssimos(as) leitores e leitoras, a partir de hoje começamos uma coluna nova no blog, a Segundatina. NĂ£o tem nada de muito elaborado por trĂ¡s do nome, apenas a junĂ§Ă£o de segunda-feira e jogatina mesmo. O objetivo serĂ¡ trazer semanalmente uma indicaĂ§Ă£o rĂ¡pida de jogos para smartphones e tablets.

Onmyoji Arena

Para esta primeira semana vamos abordar o Onmyoji Arena, tĂ­tulo desenvolvido e publicado pela NetEase Games. A empresa, aliĂ¡s, tambĂ©m Ă© conhecida por ter desenvolvido Knives Out, um Battle Royale disponĂ­vel para Windows e plataformas mĂ³veis.

Lançado em maio de 2018, Onmyoji Arena Ă© um Moba 5X5, inspirado em Onmyoji, jogo da NetEase baseado em lendas japonesas e chinesas, mas que infelizmente nĂ£o fez muito sucesso no ocidente.
Em Onmyoji Arena os campões sĂ£o chamados de Shikigamis, e a jogabilidade do game nĂ£o Ă© muito diferente do que estamos acostumados em Mobas jĂ¡ conhecidos como Mobile Legends, Arena Of Valor e Heroes Evolved.

AlĂ©m dos Shikigamis originais, o jogo jĂ¡ teve um crossover, onde foram introduzidos InuYasha e Sesshoumaru, personagens do mangĂ¡ e anime InuYasha, que foram disponibilizados por tempo limitado atravĂ©s de evento e em breve devem ser comercializados com a moeda do jogo.
Como Ă© bastante comum nos jogos freemium, Onmyoji Arena Ă© grĂ¡tis para jogar, mas vocĂª pode gastar para liberar mais personagens e comprar skins. Por falar em visual, Ă© justamente este o maior acerto do game.

A atenĂ§Ă£o NetEase aos detalhes impressiona, e com certeza Ă© algo que faz com que muitas skins se tornem atrativas o suficiente para valer o investimento. AlĂ©m disso hĂ¡ um sistema de amizade do jogador com seus Shikigami, algo que permite “evoluir” determinadas skins.

No fim das contas, Onmyoji Arena Ă© um jogo mais do que recomendado pela nossa equipe.VocĂª pode baixar a versĂ£o Android clicando aqui ou a versĂ£o para iOS, clicando aqui.

sĂ¡bado, 30 de junho de 2018

Dica mobile: Vainglory o MOBA perfeito para touch

Hey Guys, Renato aqui, dando sequĂªncia no Ăºltimo artigo postado por mim aqui no Multiverso trago essa maravilha Mobile criada pela Super Evil Megacorp (SEMC) como dica de jogo, vou apresentar para vocĂªs como o jogo funciona e trazer algumas informações bĂ¡sicas para quem quer se tornar um player de Vainglory, meu foco nos prĂ³ximos textos serĂ¡ apresentar para vocĂªs as maravilhas que o mercado de jogos mobile podem nos oferecer e trazer algumas dicas de games que valem seu tempo.

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Na onda dos MOBAS mobile, que vieram conquistando vĂ¡rios jogares, era totalmente comum ver a utilizaĂ§Ă£o de analĂ³gicos para movimentaĂ§Ă£o do personagem, isso em jogos como Mobile Legends e  Arena of Valor, dentre tantos outros que tinham essa configuraĂ§Ă£o bĂ¡sica de movimentaĂ§Ă£o e o padronizado 5x5 como modo de jogo principal. Um jogo em especial se destacou, por trabalhar uma mobilidade totalmente diferente e um modo de jogo fora do habitual, esse jogo Ă© Vainglory.

Lançado em novembro de 2014 pela Super Evil Megacorp(SEMC) Vainglory, originalmente um MOBA de modo de jogo 3x3, apresentou uma mobilidade totalmente diferente dentro de jogo, posições variadas e um modo de jogo nĂ£o tĂ£o comumente aplicado em MOBA's.

Mobilidade
Deixando de lado a movimentaĂ§Ă£o atravĂ©s do analĂ³gico, como era comum atĂ© entĂ£o, Vainglory trabalha com uma movimentaĂ§Ă£o dentro do jogo inteiramente por touch, desde andar no mapa escolhendo a direĂ§Ă£o por toque atĂ© selecionar o alvo que quer atacar.

Modos de jogo
AtĂ© fevereiro deste ano, o modo principal de jogo era o 3x3, o que trazia uma configuraĂ§Ă£o de equipes, mapa e posições diferentes do comum, trabalhando muito bem dentro dessa configuraĂ§Ă£o com a distribuiĂ§Ă£o de objetivos na rota e na selva. Em fevereiro entĂ£o foi introduzido o modo 5x5 e alĂ©m desses o jogo traz mais dois modos, um chamado Blitz e outro Batle Royale.

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No Blitz cada jogador escolhe seu campeĂ£o e estes iniciam a partida no nĂ­vel 9 com 6000 de ouro cada, o modo Ă© configurado com o tempo limite de 5 minutos e vence quem tiver mais pontos ao final desta contagem ou quem conseguir 15 pontos primeiro. Cada campeĂ£o inimigo eliminado vale 1 ponto e cada objetivo conquistado (torres e os miners na selva) vale 3 pontos .

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No Batle Royale os campeões sĂ£o sorteados aleatoriamente entre os jogadores dos dois times, estes começam no nĂ­vel 4 com 2000 de ouro, ele se passa apenas na lane, os dois times se enfrentam na rota tentando derrotar o outro e a partida sĂ³ termina com a rendiĂ§Ă£o de uma das equipes ou com a destruiĂ§Ă£o do Cristal Vain(o objetivo principal no jogo. Os dois modos sĂ£o jogados no mapa 3x3. 

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O mapa
O 3x3 traz uma configuraĂ§Ă£o bĂ¡sica, com apenas uma rota no topo do mapa e a selva na parte de baixo, a composiĂ§Ă£o de jogo fazia com que um jogador ficasse controlando a rota para equipe, um controlasse a selva e outro conseguisse transitar dentre essas partes do mapa.

Objetivos
Trabalhando a distribuiĂ§Ă£o de objetivos no modo 3x3 nĂ³s temos:
Na rota um total de 5 torres para cada equipe, 3 protegendo a rota base atĂ© chegar na base e mais duas, jĂ¡ dentro da base, protegendo o Cristal Vain, o objetivo final, que ao ser destruĂ­do encerra a partida.
Na selva, alĂ©m dos habituais objetivos conquistados pelo caçador, para garantir seu crescimento concedendo ouro, experiĂªncia e em certos casos recuperaĂ§Ă£o de vida, temos o grande objetivo, a Kraken, que ao ser derrotada por um time vira leal a ele, saindo da selva, invadindo a rota e destruindo os objetivos que encontra em seu caminho atĂ© chegar no Vain inimigo, ressaltando que este ataca somente objetivos.

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Posições
Dentro o jogo temos 3 posições, o Carregador(carry), o Caçador e o CapitĂ£o
O carry, geralmente com ataques de longo alcance, Ă© o campeĂ£o focado na construĂ§Ă£o de dano, no 3x3 ele Ă© o dono da rota, como demanda um tempo a mais de crescimento e dos itens mais caros para garantir seu dano no final da partida ele fica encarregado de farmar os minions da lane para que tenha seu crescimento.
O caçador ou Jungler, geralmente campeões de ataque corpo a corpo ou variando em campeões com ataque a distĂ¢ncia, se encarrega da selva assegurando seu crescimento atravĂ©s do farm dos monstros lĂ¡ contidos e ajudando no crescimento do carry ao invadir a lane para atacar o carry inimigo, os chamados ganks.
O CapitĂ£o, geralmente campeões mais tanques ou de uma utilidade maior, o suporte da equipe Ă© o que transita entre rota e selva, ajudando no necessĂ¡rio para que os dois principais causadores de dano da equipe consigam crescer atĂ© o final da partida, alĂ©m de fazer itens de defesa e de cura para fazer a linha de frente nas batalhas e curar seus aliados quando estiverem sem vida.

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                        tens WP(Weapon Power)                                                                                  Itens CP(Cristal Power)
Tipos de Item
Assim como em outros mobas o jogo Ă© baseado em dois tipos de itens de dano, o que varia de cada campeĂ£o e da utilidade de cada um, no Vainglory tenos os itens de Crystal Power(CP) e os itens de Weapon Power(WP)
Os itens CP fortalecem as habilidades dos campeões, fazendo com que suas habilidades causem mais dano, geralmente utilizados para magos ou campeões que tem por costume se basear no uso de habilidades.
Os itens WP fortalecem os ataques bĂ¡sicos dos campeões, sendo utilizados mais entre os campeões de ataque corpo a corpo e entre os atirados a longa distĂ¢ncia.

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5x5
Em fevereiro desse ano o Vainglory teve seu modo 5x5 lançado, com a configuraĂ§Ă£o padrĂ£o de 3 rotas e a selva espalhada entre as rotas, o lançamento desse modo elevou o nĂ­vel de jogo, exigindo cada vez mais um maior desenvolvimento dos players. O modo 5x5 detalhado serĂ¡ fruto de outra matĂ©ria aqui no multiverso, aguardem.

Em si o jogo Ă© bem trabalhado e cativante, exigindo que o jogador desenvolva suas habilidades como player jĂ¡ que cada partida se inicia com todos o jogadores no nĂ­vel 1. Cada partida pode levar de 15 a 20 minutos em mĂ©dia e exige que os jogadores sejam verdadeiros estrategistas e que joguem em equipe. 
Vainglory fica sendo entĂ£o a dica da semana de jogo mobile que vale a pena investir seu tempo, deem uma chance pra ele, vocĂªs nĂ£o irĂ£o se arrepender, agora corram, instalem o Vainglory, divirtam-se e aguardem a prĂ³xima dica mobile.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Dicas para iniciantes em Pokémon Quest

O lançamento de PokĂ©mon Quest para smartphones e tablets fez com que o jogo alcançasse ainda mais gente do que no Switch, porĂ©m tambĂ©m fez aumentar a quantidade de pessoas com dĂºvidas relacionadas ao game.

Apesar do visual que remete a lego fazer com que pareça simples, o game tem algumas mecĂ¢nicas que sĂ£o relativamente complexas para novos jogadores, por isso preparei algumas dicas para auxiliar aqueles que estĂ£o se sentindo perdidos.

Onde investir?

Todo jogo freemium que se preze tem uma moeda que pode ser comprada com dinheiro real e ajuda acelerar o desempenho. Aqui nĂ£o Ă© diferente, e moeda especĂ­fica se chama PM Ticket. Os Tickets podem ser obtidos a cada 22 horas na loja de forma gratuita, completando determinadas quests e tambĂ©m comprando os packs de aventura.

TambĂ©m como ocorre em todo jogo freemium, aqui surge a dĂºvida de onde gastar suas preciosas moedinhas especiais. A primeira dica Ă©: nĂ£o invista em energia. Baterias de energia podem ser obtidas completando missões ou simplesmente aguardando algum tempo, entĂ£o gastar Tickets com isso pode ser considerado desperdĂ­cio. Portanto, recomendo investir em dois pontos, decoraĂ§Ă£o e expansões.

A decoraĂ§Ă£o pode nĂ£o parecer importante, jĂ¡ que trata-se basicamente de algo cosmĂ©tico, porĂ©m esses itens sĂ£o de grande ajuda. Alguns deles podem aumentar a chance de vocĂª encontrar itens de determinado tipo, enquanto outros aumentam a chance de conseguir PokĂ©mon melhores ou atĂ© mesmo mais PokĂ©mon ao cozinhar.

As decorações mais bĂ¡sicas como Flareon Cusheon, Vaporeon Cusheon e Jolteon Cusheon custam apenas 50 Tickets cada, e aumentam o tamanho de ingredientes encontrados em 1.5x. De inĂ­cio pode nĂ£o parecer muita coisa, porĂ©m conforme vocĂª progride e avança nas quests, consegue melhores e mais ingredientes para suas receitas.

JĂ¡ a expansĂ£o Ă© extremamente necessĂ¡ria - sim, estou exagerando aqui, mas logo vai entender o motivo. VocĂª jĂ¡ deve ter reparado que consegue algumas pedras quando termina suas missões, nĂ£o Ă© mesmo? Essas pedras sĂ£o utilizadas para aumentar o potencial dos PokĂ©mon na sua equipe, influenciando diretamente em HP ou Attack (força de ataque), e algumas ainda concedem efeitos especiais.

No entanto, seu inventĂ¡rio Ă© propositalmente pequeno e em breve estarĂ¡ cheio delas. VocĂª terĂ¡ duas opções: investir na expansĂ£o ou reciclar pedras a cada missĂ£o. Se vocĂª adquirir mais espaço no inventĂ¡rio, poderĂ¡ guardar mais pedras e manter mais de uma equipe para o game. Isso facilita estratĂ©gias de ter dois PokĂ©mon fixos e um slot cambiĂ¡vel - para usar o tipo que tem mais efetividade em determinada quest, por exemplo.

AliĂ¡s, vocĂª deve se atentar para a seguinte informaĂ§Ă£o: PokĂ©mon Box Ă© o espaço para guardar novos bichinhos, e Stone Box Ă© o local para guardar pedras, portanto Ă© recomendĂ¡vel adquirir o segundo, jĂ¡ que muito provavelmente vocĂª nĂ£o ficarĂ¡ acumulando PokĂ©mon Ă  toa.

Treinamento

Subir de nĂ­vel em PokĂ©mon Quest Ă© algo definitivamente demorado se for para ficar repetindo missões sucessivamente. EntĂ£o hĂ¡ uma maneira menos difĂ­cil de aumentar o nĂ­vel dos seus companheiros, o Level Training.
Na aba Edit Team vocĂª poderĂ¡ notar um pequeno botĂ£o chamado Training. Ele leva para a tela acima, um local onde vocĂª pode sacrificar determinados PokĂ©mon em prol daqueles que estĂ£o na sua equipe. Basicamente, vocĂª arrasta o PokĂ©mon que quer fortalecer para a caixa de cima, enquanto joga na linha de baixo aqueles dos quais quer se livrar.

Ao usar PokĂ©mon do mesmo tipo (Fire para treinar Fire) ou da mesma espĂ©cie (Pikachu para treinar Pikachu) vocĂª consegue muito mais experiĂªncia. Com isso, se vocĂª receber um Charmander nĂ­vel 5 enquanto o resto da sua equipe titular estĂ¡ em nĂ­vel mais elevado, basta sacrificar alguns Vulpix, Ponyta e afins para equiparar seus poderes.

AliĂ¡s, Ă© possĂ­vel notar que na guia Training tem uma seĂ§Ă£o Move Learning. Ela tem funcionamento semelhante ao treinamento, com a exceĂ§Ă£o de que aqui nĂ£o se ganha experiĂªncia, mas sim moves novos. É possĂ­vel escolher um golpe que nĂ£o seja tĂ£o eficaz e usar outros PokĂ©mon para aprender um novo. Assim como no treinamento, o monstrinho usado para aumentar o outro Ă© descartado.

Power Charm

A seĂ§Ă£o Power Charm Ă© muito importante para ter uma progressĂ£o melhor. Como vocĂª jĂ¡ deve ter percebido se começou a jogar, subir de nĂ­vel nĂ£o influencia tanto no poder de seus PokĂ©mon quanto as Stones. Novos slots para equipar pedras sĂ£o abertos conforme o monstrinho tem um nĂ­vel maior, mas nada impede que vocĂª substitua uma pedra mais fraca por outra melhor.

Recomendo, no entanto, que nĂ£o fique focado apenas nos status "brutos" que elas dĂ£o Ă  sua equipe. Uma pedra que conceda mais 150 de HP pode ser nĂ£o tĂ£o eficiente quanto uma que aumente 132 e ainda conceda recuperaĂ§Ă£o de vida, tempo menor de recarga e outros atributos. HĂ¡ duas maneiras de saber se uma pedra Ă© boa, olhando a coloraĂ§Ă£o (bronze, prata ou dourada) e lendo a descriĂ§Ă£o de cada uma delas.

Auto

Assim como acontece na maioria dos jogos freemium, vocĂª vai bater em uma paywall mais cedo ou mais tarde. Isso significa que serĂ¡ necessĂ¡rio repetir algumas missões diversas vezes - o que Ă© bom para conseguir ingredientes, pedras e experiĂªncia. Nesses casos Ă© recomendĂ¡vel usar o botĂ£o Auto, que faz com que seus PokĂ©mon escolham os ataques especiais sozinhos.

Vale ressaltar aqui que o modo automĂ¡tico Ă© bom apenas para isso. Quando vocĂª chega a alguma missĂ£o de nĂ­vel mais alto com um time que tem poder menor ou equiparado, a melhor estratĂ©gia Ă© atacar manualmente para progredir. O Auto sĂ³ estĂ¡ ali mesmo para facilitar no farming e nĂ£o tornĂ¡-lo tĂ£o tedioso.

Equipe

Em PokĂ©mon Quest existem dois tipos de monstrinhos quando se trata de ataque, os que batem de curta e longa distĂ¢ncia. O recomendado de inĂ­cio Ă© montar uma equipe balanceada nos nĂ­veis iniciais, com dois de curta e um de longa distĂ¢ncia. Nada impede que vocĂª monte uma estratĂ©gia prĂ³pria, porĂ©m essa formaĂ§Ă£o standard ajuda muito.

No meu caso, usei uma equipe composta por Eevee, Lickitung e Vulpix nos dois primeiros conjuntos de missĂ£o. Vulpix Ă© de longa distĂ¢ncia, enquanto os outros dois batem de perto. Ele tem pouquĂ­ssimo HP, mas um ataque bacana.

Enquanto Vulpix bate, Lickitung, que tem ataque razoĂ¡vel mas uma enorme quantidade de pontos de vida, serve como espĂ©cie de "escudo de carne". Por ser forma inicial, o Eevee tem pouca vida e um ataque atĂ© bacana, entĂ£o devo confessar que o mantive na equipe apenas por gostar dele mesmo.

Receitas

As receitas sĂ£o essenciais para conseguir novos PokĂ©mon. Com elas Ă© possĂ­vel atĂ© mesmo capturar lendĂ¡rios - jĂ¡ que o jogo tem todos os 151 originais - entĂ£o Ă© interessante dar atenĂ§Ă£o especial aqui. Como PokĂ©mon Quest Ă© jogĂ¡vel offline, recomendo baixar o PokĂ©mon Quest Companion, disponĂ­vel para Android e iOS. Ele funciona como uma espĂ©cie de PokĂ©dex para o jogo, e mostra quais monstrinhos podem ser capturados com quais ingredientes e receitas.

Pacotes

Vale a pena investir nos pacotes pagos para conseguir mais "fogões" e poder fazer mais receitas ao mesmo tempo? A minha resposta Ă© que sim. Os pacotes de expansĂ£o tambĂ©m dĂ£o PokĂ©mon especĂ­ficos com golpes que eles normalmente nĂ£o aprendem (no lançamento do jogo para smartphones foi disponibilizado um pack por R$ 9,90 que dava o Pikachu com Surf), Tickets, mais slots de energia e aumentam o nĂºmero de Tickets que podem ser obtidos diariamente.

Gastar nĂ£o vai fazer vocĂª se tornar o rei do jogo de uma vez, apenas vai dar aquela ajudinha na progressĂ£o, modelo comum em jogos freemium. Mas investir dinheiro real ou nĂ£o no game Ă© algo que varia de jogador para jogador.

ConclusĂ£o

No mais, essas sĂ£o algumas dicas que separei para quem estĂ¡ começando agora. HĂ¡ outras camadas de complexidade, porĂ©m deixaremos para explorar em uma prĂ³xima oportunidade. Ficou com alguma dĂºvida? EntĂ£o poste nos comentĂ¡rios e interaja conosco!

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