terça-feira, 11 de setembro de 2018

MĂ´nica e a Guarda dos Coelhos | Um novo tower defense vem por aĂ­!

A Turma da MĂ´nica nĂ£o Ă© nova no mundo dos games, principalmente se levarmos em conta os clĂ¡ssicos feitos pela TecToy na era Master System em cima dos jogos da franquia Wonder Boy. E parece que a turma mais famosa dos quadrinhos brasileiros volta aos consoles nos prĂ³ximos meses.

Isso porque foi anunciado na Game XP o jogo MĂ´nica e a Guarda dos Coelhos. O desenvolvimento estĂ¡ sendo feito pela Mad Mimic Interactiv, que ficou conhecida apĂ³s lançar o game No Heroes Here. O novo tĂ­tulo, ao que o trailer mostra, serĂ¡ um tower defense, podendo ter de um a quatro jogadores focando em defender castelos contra hordas de inimigos.

Para alcançar o objetivo, os jogadores precisarĂ£o criar pĂ³lvoras e coelhos mĂ¡gicos, carregar canhões e derrotar a sujeira. Ainda nĂ£o foi definida uma data de lançamento, mas MĂ´nica e a Guarda dos Coelhos sai ainda no segundo semestre deste ano para Nintendo Switch, PC, Mac e PlayStation 4.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Segundatina: Horizon Chase


Mais uma segunda-feira e chegamos a mais uma Segundatina. O joguinho de hoje veio de terras brasileiras para dispositivos Android e iOS e depois ganhou versões para PlayStation 4 e PC, trata-se de Horizon Chase.

Lançado em 2015 pelo estĂºdio Aquiris, Horizon Chase Ă© um jogo de corrida que homenageia o clĂ¡ssico Top Gear (1992, Super Nintendo), ao mesmo tempo em que evolui a fĂ³rmula do Ă¡rcade e apresenta grĂ¡ficos muito bem feitos e trilha sonora sensacional – que tambĂ©m remete muito a Top Gear e foi feita por Barry Leitch, mesmo compositor do clĂ¡ssico do Super Nintendo.

Tanto no Android quanto no iOS, Horizon Chase foi lançado de forma gratuita, com algumas corridas e carros liberados. Se vocĂª quiser ter acesso a todas as pistas e carros do jogo, Ă© necessĂ¡rio desembolsar uma grana – nĂ£o muita, pois na versĂ£o de Android desembolsei cerca de R$ 11 pela versĂ£o completa.

JĂ¡ no PS4 e na Steam o game foi lançado como Horizon Chase Turbo, recheado com 12 copas, 48 cidades, 109 pistas, 31 carros desbloqueĂ¡veis e 12 upgrades.

Se vocĂª estĂ¡ entre aqueles e aquelas que ficaram apaixonados pelo Top Gear original dos anos 1990, Horizon Chase definitivamente Ă© uma excelente opĂ§Ă£o para sua jogatina, nĂ£o sĂ³ de segunda, mas tambĂ©m de qualquer outros dias.

PUBG Mobile Lite: o Battle Royale que roda até em Moto C

Battle Royale Ă© definitivamente o gĂªnero do momento quando se fala de games. NĂ£o Ă© de se espantar, portanto, que jogos com essa pegada tenham sido lançados para praticamente todas as plataformas modernas. Demorou, no entanto, atĂ© que os principais expoentes dessa febre, Fortnite e PUBG, dessem a devida atenĂ§Ă£o aos dispositivos mĂ³veis, que podem ser muito rentĂ¡veis.

Em uma ponta, PUBG e Fortnite tem recursos e visuais bacanudos, o que os coloca bem Ă  frente da concorrĂªncia quando se trata de qualidade. Mas ambos perdem para os clones quando se trata de desempenho. Ao menos um deles nĂ£o perde mais.

Ocorre que em agosto a Tencent, proprietĂ¡ria da Bluehole (desenvolvedora de PUBG) começou um teste fechado para a PUBG Mobile Lite, versĂ£o do jogo destinada a dispositivos low end. Enquanto a versĂ£o principal do game pesa 1,5 GB, a "enxuta", que entrou em perĂ­odo de testes pĂºblicos na Ăºltima semana, ocupa menos de 300 MB. Obviamente a reduĂ§Ă£o no tamanho vem acompanhada de alguns sacrifĂ­cios.

O principal corte estĂ¡ na qualidade grĂ¡fica. A versĂ£o Lite passou por um enorme downgrade. Por ser destinado a dispositivos com pouco poder de processamento, o "novo jogo" teve cortes no visual e tambĂ©m no nĂºmero de jogadores por mapa, que caiu de 100 para 40 em cada partida.
Uma alteraĂ§Ă£o interessante na versĂ£o Lite Ă© que consigo ganhar o jogo
Apesar de nĂ£o parecer Ă  primeira vista, o Ă¡udio do jogo tambĂ©m teve alguns cortes. O efeito sonoro ao fazer um disparo parece som de lata, mostrando que os desenvolvedores economizaram em tudo mesmo.

AtĂ© a publicaĂ§Ă£o deste post tambĂ©m nĂ£o havia uma loja completa de itens, que deixasse comprar skins com dinheiro real. A loja de suprimentos disponĂ­veis estava aberta apenas para ouro, a moeda corrente do game e ganha em partidas.
Ainda dĂ¡ pra andar de carro na versĂ£o lite
Algumas coisas, no entanto, permanecem intocadas. Apesar do downgrade grĂ¡fico, as mecĂ¢nicas de PUBG estĂ£o todas ali, como veĂ­culos, as armas, os paraquedas, tudo. AtĂ© mesmo o chat de voz ingame permanece intocado.

E todas as alterações feitas deram resultado satisfatĂ³rio? Podemos dizer que sim. Fiz testes em alguns aparelhos considerados de entrada, como meu Moto E4 e o Moto C de um amigo (com apenas 8GB de memĂ³ria interna e 1GB de RAM) e o game apresentou desempenho satisfatĂ³rio e consistente.

Enfim, se vocĂª quer aproveitar um Battle Royale no seu smartphone ou tablet modesto, PUBG Mobile Lite Ă© o jogo. Ele pode ser instalado pela Google Play, atravĂ©s do link: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.tencent.iglite

terça-feira, 4 de setembro de 2018

A versĂ£o grĂ¡tis de Counter Strike: Global Offensive

Desde que foi lançado, em junho de 2012, Counter Strike: Global Offensive tem ganho cada vez mais espaço. Com foco em multiplayer, o game mantĂ©m hoje uma cena competitiva de respeito, mas nem todo mundo estĂ¡ interessado em ser esmagado nas partidas que valem ranking.

Com isso em conta, a Valve lançou recentemente uma versĂ£o gratuita de CS: GO. Para ter acesso a ela, basta acessar a pĂ¡gina do jogo na Steam e clicar em instalar. A versĂ£o completa continua Ă  venda, e no momento desta postagem custa R$ 28,99.

E qual a diferença entre as versões? A principal delas Ă© que a free faz com que o jogador tenha como Ăºnica opĂ§Ă£o as partidas offline, contra bots, para gameplay. AlĂ©m disso, nĂ£o Ă© possĂ­vel ganhar itens como armas e skins.

A versĂ£o gratuita atĂ© tem um modo online, mas nĂ£o para jogatina, e sim para que vocĂª possa assistir as partidas oficiais de campeonatos de Counter Strike. Enquanto isso, a versĂ£o completa continua intocada, com todos os recursos que tinha antes.

Se levarmos em conta hĂ¡ quanto tempo CS: GO estĂ¡ no mercado, parece ser meio tarde para a Valve lançar uma versĂ£o gratuita, nĂ£o? De forma alguma. Com a tendĂªncia de cada vez mais e mais jogadores migrarem para games como Fortnite, Ă© o momento da desenvolvedora se mexer e usar a versĂ£o free como uma demonstraĂ§Ă£o, apresentando gameplay e mecĂ¢nicas, atraindo pĂºblico que possivelmente vai comprar a versĂ£o completa.

AlĂ©m disso, hĂ¡ gente que, como eu, nunca sequer cogitou comprar o game com medo de nĂ£o rodar no computador - pelos requisitos, em teoria CS: GO roda atĂ© naquele PC comprado em 24x no carnĂª, mas nem sempre a histĂ³ria Ă© essa - poderĂ¡ fazer o teste derradeiro e ver se compensa gastar uma grana.

Um terceiro benefĂ­cio da versĂ£o gratuita vale para aqueles que tem a intenĂ§Ă£o de um dia entrar na cena competitiva, que Ă© o de conhecer o jogo como um todo e se familiarizar com mapas. Assim, quando a pessoa partir para o multiplayer nĂ£o corre o risco de sofrer com ofensas gratuitas por nĂ£o ter a mĂ­nima noĂ§Ă£o de posicionamento.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Segundatina: Monument Valley 2


Queridos e queridas, vamos a mais uma indicaĂ§Ă£o de joguinho mobile, e desta vez falarei sobre um dos meus favoritos, Monument Valley 2.

Certa vez, no finado Sleopand, postei uma anĂ¡lise de Monument Valley, que foi um dos poucos jogos a me fazer gastar grana mesmo no Android. Quando a continuaĂ§Ă£o foi lançada, era exclusiva para dispositivos com iOS, o que fez com que levasse algum tempo atĂ© que minha pessoa pudesse jogar.

ContinuaĂ§Ă£o?

Seria correto chamar Monument Valley 2 de continuaĂ§Ă£o? Acredito que muitos tenham feito essa mesma pergunta algumas vezes. Isso porque o primeiro game conta a histĂ³ria de Ida, enquanto o segundo foca em outra personagem, Ro, e sua filha.

Jogabilidade

Para quem nĂ£o conhece, Monument Valley Ă© um jogo de puzzle, ou, em portuguĂªs, quebra-cabeça. O objetivo do jogador Ă© mexer partes do cenĂ¡rio para que a personagem siga sua jornada atĂ© o fim.

Se por um lado Monument Valley 2 nĂ£o continua a histĂ³ria do primeiro, ao menos dĂ¡ sequĂªncia Ă  jogabilidade que seu antecessor possui. Novamente o jogador se depara com cenĂ¡rios simples Ă  primeira vista, mas que possuem quebra-cabeças relativamente complexos.

A histĂ³ria Ă© contada tela a tela, e o fato de em muitos cenĂ¡rios controlarmos dois personagens ao mesmo tempo acrescenta uma camada leve de dificuldade. A forma como a narrativa interage com os elementos presentes em cada tela Ă© simplesmente Ăºnica.


Trilha sonora

A mĂºsica e os efeitos sonoros foram pontos que se destacaram no primeiro game da franquia. Continuam excepcionais no segundo, e combinam muito bem com cada cenĂ¡rio.

Acredito, aliĂ¡s, que ninguĂ©m deveria experimentar Monument Valley, tanto o primeiro quanto o segundo, sem o uso de bons fones de ouvido.

Vale a pena?

Por se tratar de um jogo pago, a pergunta Ă© vĂ¡lida. O game custa R$ 16,90 na App Store e R$ 15,99 na Google Play. Pelo preço vocĂª recebe uma experiĂªncia bacana e, aproximadamente, 1h30 de gameplay. O preço Ă© mais do que justo, em minha sincera opiniĂ£o.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Review atrasado: Mi Band 2


Um dos motivos para o Multiverso Convergente ter sido reativado Ă© a minha necessidade de postar anĂ¡lise de basicamente tudo que compro/consumo, e a aquisiĂ§Ă£o mais recente trata-se de uma Xiaomi Mi Band 2.
Mi Band 2 - Foto: ReproduĂ§Ă£o

Confesso que nunca fui fĂ£ da proposta de wearables, os populares vestĂ­veis, na traduĂ§Ă£o direta. Smartwatch sempre me pareceu o conceito de algo que nunca gostaria de ter, o que mudou quando recebi em casa o “smartwach” (se desse, encaixaria muito mais aspas aqui) da PROTESTE, o U8, de baixo custo. Ele trazia algumas funções bĂ¡sicas como calculadora, sincronizaĂ§Ă£o de mensagens e notificações por bluetooth e me deixava atĂ© mesmo controlar a cĂ¢mera do celular, trocar mĂºsicas em determinados aplicativos e receber/realizar chamadas, tudo isso dependendo e muito do smartphone.

Se algum aficionado por tecnologia estiver lendo isso aqui, com certeza deve ter pensado que conheci o conceito de smartwatch da forma errada, e provavelmente estĂ¡ muito certo. Bom, vamos deixar a anĂ¡lise do U8 para outro post e focar na Mi Band. Dia desses vi que ela estava com um preço muito convidativo no Brasil – cerca de R$ 100 em alguns sites, o que Ă© muito barato para um produto da marca Xiaomi, mesmo levando em conta que a pulseira foi lançada hĂ¡ dois anos – e foi o que me fez correr atrĂ¡s de adquirir uma.

Estou com a Mi Band 2 e acredito que seja o momento de fazer o tal do late review do dispositivo.

Funções

Nem a Xiaomi e nem os muitos blogueiros/youtubers de tecnologia mentem ao deixar claro que a Mi Band 2 possui funções bem bĂ¡sicas (afinal, ela Ă© uma pulseira inteligente, apenas): contador de passos e distĂ¢ncia percorrida, batimentos cardĂ­acos e monitoramento do sono, alĂ©m de mostrar as horas.

Em comparaĂ§Ă£o ao meu “smartwatch”, sĂ£o dezenas de funções a menos, porĂ©m muito mais eficientes. A Mi Band nĂ£o necessita de um smartphone conectado o tempo todo para funcionar e coletar dados, mas sincroniza com o dispositivo tudo que ela coletou sobre vocĂª ao longo do dia.

O que mais me chamou atenĂ§Ă£o foi a possibilidade de monitorar meus batimentos cardĂ­acos ao longo do dia. Por ser hipertenso (e MUITO hipocondrĂ­aco, segundo minha esposa), gosto de acompanhar em qual estado se encontram minhas funções cardĂ­acas, e devo confessar que monitorar os batimentos no momento em que quero torna tudo muito mais prĂ¡tico.

A questĂ£o do contador de passos que funciona (estou fazendo uma cara feia para o U8 enquanto escrevo este exato trecho) tambĂ©m Ă© muito bacana. Os sensores da pulseira reconhecem quando estou caminhando/fazendo esteira ou simplesmente pedalando, e pelo aplicativo Mi Fit Ă© possĂ­vel “ensinar” quando estou na bicicleta, melhorando ainda mais a precisĂ£o da smartband.

A cereja do bolo Ă© o monitoramento do sono. É uma opĂ§Ă£o que nĂ£o vem ativada por padrĂ£o, por gastar mais bateria, pois o dispositivo frequentemente mede seus batimentos cardĂ­acos para ter mais precisĂ£o e poder mensurar coisas como em qual fase do ciclo de sono vocĂª estĂ¡. No entanto, aĂ­ fica minha ressalva: talvez esta funĂ§Ă£o nĂ£o seja tĂ£o precisa quanto de fato diz ser.

Claro, estas prĂ³ximas linhas se limitam Ă  minha experiĂªncia, que obviamente nĂ£o Ă© a definitiva ou padrĂ£o. Na noite anterior Ă  que escrevo este post, dormi por aproximadamente seis horas. A pulseira conseguiu calcular bem qual foi o intervalo em que eu estava acordado e dormindo neste ciclo – inclusive o momento em que acordei quando minha esposa chegou da aula e quantos minutos demorei para voltar a dormir.
Parece que eu acordo fĂ¡cil, de acordo com a Mi Band

No entanto, o relatĂ³rio que recebi pela manhĂ£ apontava que tive pouco mais de uma hora de sono profundo e que sou “acordĂ¡vel” facilmente. Tenho que discordar e muito desse ponto especĂ­fico, pois tenho um sono MUITO pesado, e geralmente configuro de trĂªs a quatro alarmes diferentes no celular – tanto no meu quanto no da minha esposa – para levantar pela manhĂ£. AtĂ© aqui, Ă© minha Ăºnica ressalva em relaĂ§Ă£o Ă  pulseira, mas acredito que seja questĂ£o de costume, de habituar o monitoramento Ă  minha rotina, afinal de contas, faz pouquĂ­ssimo tempo que estou usando o dispositivo.

Outra funĂ§Ă£o bacana na Mi Band Ă© mostrar Ă­cones de aplicativos que estĂ£o mandando notificações pra vocĂª. Como a tela Ă© ridiculamente pequena, aparece apenas o Ă­cone mesmo – e isso ocorre atĂ© em situações onde o usuĂ¡rio recebe ligações. Nas anĂ¡lises que assisti e li, muita gente apontou isso como fator negativo da pulseira, mas tenho uma visĂ£o contrĂ¡ria. Afinal, se vocĂª quer ter mais controle sobre o smartphone, poder ler notificações e pular a mĂºsica que estĂ¡ ouvindo atualmente, nĂ£o seria melhor um smartwatch?

Acredito que talvez seja exigir demais de um dispositivo que custa aproximadamente R$ 70 em sites chineses e que de longe nĂ£o tenta sequer chegar prĂ³ximo de um smartwatch – alĂ©m do mais, a Mi Band 3 jĂ¡ foi lançada e traz essas “funções essenciais” que muitos pediram.

Aplicativo

O “coraĂ§Ă£o” da Mi Band 2 estĂ¡ no aplicativo Mi Fit, que conecta o dispositivo aos smartphones e te apresenta verdadeiros relatĂ³rios do que ocorreu ao longo do dia. Por ele Ă© possĂ­vel configurar alarmes, definir controle por gestos e ter um verdadeiro mapa das suas atividades fĂ­sicas, monitoramento de batimentos cardĂ­acos e de sono.

DĂ¡ atĂ© pra estabelecer algumas metas pelo Mi Fit, como quantos passos vocĂª quer dar por dia, qual peso quer alcançar, entre outras coisas.
Adivinha sĂ³ quem nĂ£o Ă© sedentĂ¡rio?

HĂ¡ quem considere o Mi Fit muito simples, enquanto particularmente acredito que ele resolve tudo (ou quase) que Ă© necessĂ¡rio em relaĂ§Ă£o Ă  pulseira. AtravĂ©s dele Ă© possĂ­vel configurar atĂ© mesmo o smartlock, possibilitando o desbloqueio do smartphone enquanto a pulseira estiver por perto.
Uma recomendaĂ§Ă£o forte que li em vĂ¡rias anĂ¡lises Ă© a utilizaĂ§Ă£o do aplicativo Tools & Mi Band. Ele Ă© pago, e dizem que traz relatĂ³rios muito mais detalhados, alĂ©m de agregar funções ao dispositivo. Cheguei a ler relatos de pessoas que usam aplicativos de terceiros para usar o botĂ£o da pulseira para trocar mĂºsica, por exemplo.

Novamente, se o usuĂ¡rio busca um produto mais completo, digamos assim, nĂ£o seria o caso de investir a grana em outra aquisiĂ§Ă£o?

Bateria

Confesso que a bateria atendeu Ă s expectativas. A Xiaomi promete duraĂ§Ă£o de atĂ© 20 dias – exceto com monitoramento do sono preciso ativo e monitoramento automĂ¡tico frequente de batimentos cardĂ­acos, que drenam a carga – e, pelo meu uso, tudo indica que esta meta vai ser alcançada.
Como a Mi Band 2 usa Bluetooth 4.0 Low Energy o consumo Ă© mĂ­nimo tanto na pulseira quanto no smarthone que estiver pareado a ela.

Veredito

Levando em conta hĂ¡ quanto tempo tenho a Mi Band 2, ainda me parece muito cedo para dar alguma conclusĂ£o definitiva, mas anĂ¡lises pedem isso. Se vocĂª Ă© do tipo que procura algum dispositivo para ajudar nos acompanhamento de exercĂ­cios fĂ­sicos ou atĂ© mesmo monitorar sua movimentaĂ§Ă£o diĂ¡ria, a Mi Band 2 com certeza faz o seu tipo.

Custando cerca de R$ 100 em sites como o Mercado Livre e similares, Ă© uma compra boa de ser feita atĂ© mesmo no Brasil. JĂ¡ se vocĂª procura algo mais completo, hĂ¡ outros dispositivos que podem te agradar, como a Honor Band 3, a Mi Band 3 – comercializada no Brasil por mĂ³dicos R$ 200 em mĂ©dia – e a Amazfit, linha de pulseiras inteligentes de uma subsidiĂ¡ria da Xiaomi.

EntĂ£o, caso haja interesse de sua parte na aquisiĂ§Ă£o da Mi Band 2, pode ir fundo que a chance de arrependimento Ă© mĂ­nima.

Extras

Para concluir mesmo o POST deixo algumas considerações finais:
• Achei que a tela tem um brilho bem fraco sob a luz do sol. Talvez um mero detalhe, mas que atrapalha ver as horas durante uma pedalada, por exemplo.
• Ainda sobre o brilho, li que algumas unidades da Mi Band 2 apresentaram defeito de brilho fraquĂ­ssimo e outras que tiveram o defeito depois de algumas atualizações. Cabe ficar atento nisso.
• Por algum motivo que ainda nĂ£o consegui descobrir, hĂ¡ diversos relatos apontando para a incompatibilidade da funĂ§Ă£o de ler batimentos cardĂ­acos em negros. E isso Ă© MUITO bizarro.
• O carregador da pulseira Ă© proprietĂ¡rio. Como vocĂª provavelmente vai usĂ¡-lo de 20 em 20 dias, deixe guardado em um lugar fĂ¡cil de encontrar, pois terĂ¡ dor de cabeça se precisar comprar outro.
• AtĂ© tentei tirar fotos da pulseira para colocar no post, porĂ©m a cĂ¢mera do meu celular nĂ£o Ă© lĂ¡ essas coisas durante a noite, entĂ£o acabei desistindo. Mas os prints do Mi Fit sĂ£o meus :P

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Big Fish & Begonia



O mercado de serviços de conteĂºdo sob demanda por streaming estĂ¡ ficando cada vez mais concorrido. NĂ£o bastasse ter que concorrer com o Amazon Prime Video, a Netflix agora espera o lançamento de produtos de empresas como Disney, e se prepara investindo pesado na produĂ§Ă£o e aquisiĂ§Ă£o de conteĂºdo.

Esse investimento vem rendendo diversas obras, algumas com qualidade questionĂ¡vel e outras bem bacanas. Acredito que Big Fish & Begonia seja um tĂ­tulo que se encaixe na segunda categoria, porĂ©m acaba sendo uma obra muito subaproveitada.

Big Fish & Begonia trata-se de um filme de animaĂ§Ă£o chinĂªs que foi adicionado ao catĂ¡logo da Netflix em agosto deste ano. O longa conta a histĂ³ria de uma garota de um reino mĂ¡gico que se transforma num golfinho para explorar o mundo humano, tem contato com um jovem (o que contraria as orientações dadas por sua tribo) e acaba entrando na difĂ­cil missĂ£o de salvar a vida do rapaz.

DifĂ­cil missĂ£o porque a tribo de Chun, a protagonista, tem como uma das principais regras a de nĂ£o interferir no curso natural das coisas. A sinopse pode nĂ£o parecer algo tĂ£o atraente assim, e nem Ă© meu objetivo “vender” a animaĂ§Ă£o, mas essa premissa resulta em uma aventura fascinante.

A qualidade da animaĂ§Ă£o feita em Big Fish & Begonia impressiona. HĂ¡ diversos momentos em que me vi simplesmente babando enquanto olhava para o conteĂºdo apresentado nas cenas. Isso, aliado a uma trilha sonora que nĂ£o tenta ser mais do que o longa, resulta em uma obra Ă­mpar.

NĂ£o pretendo entrar em detalhes, para evitar spoilers da animaĂ§Ă£o, mas senti que a histĂ³ria toda poderia ter sido muito mais aprofundada. O longa trata principalmente do amadurecimento da protagonista em um curto perĂ­odo de tempo, mas falta algo, falta ainda mais profundidade.

Isso nĂ£o significa necessariamente que o longa Ă© ruim, porĂ©m acredito que de fato a obra poderia ter sido um pouco maior, ou atĂ© mesmo ser lançada como uma sĂ©rie animada episĂ³dica, algo que poderia dar muito mais liberdade para exploraĂ§Ă£o dos personagens.

Como todas as situações tem de ser resolvidas em 1h45, a impressĂ£o que fica ao final de Big Fish & Begonia Ă© a de que o filme poderia ter sido muito mais. A construĂ§Ă£o de cenas Ă© impecĂ¡vel, a resoluĂ§Ă£o da histĂ³ria ensina uma liĂ§Ă£o importante, mas fica apenas nisso.

PorĂ©m hĂ¡ uma gota de esperança aĂ­, jĂ¡ que a cena pĂ³s-crĂ©ditos deixa um gancho para uma possĂ­vel continuaĂ§Ă£o. Essa sim seria muito bem vinda, caso de fato ocorra.

Antes de concluir devo falar sobre a dublagem. Me soou muito estranha, e a experiĂªncia foi muito melhor quando assisti novamente a animaĂ§Ă£o ouvindo em mandarim e com legendas em portuguĂªs.

ConclusĂ£o

Como obra solo, Big Fish & Begonia funciona, apesar dos problemas de roteiro. Recomendo fortemente para fĂ£s de animaĂ§Ă£o. O longa estĂ¡ disponĂ­vel no catĂ¡logo da Netflix para assinantes.


segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Segundatina: Dragon Ball Legends


Dragon Ball Ă© de fato um nome muito forte e que transforma em sucesso de vendas todos os produtos lançados com esta marca. NĂ£o Ă© difĂ­cil de imaginar, portanto, que na era dos jogos freemium esta fosse uma franquia a ficar de fora da onda.

Foi justamente por isso que a Bandai Namco desenvolveu Dragon Ball Legends, publicado para Android e iOS e que traz uma mecĂ¢nica jĂ¡ conhecida daqueles que se consideram verdadeiros mobile gamers, a de personagens desbloqueĂ¡veis em um sistema de gacha, ou basicamente em loot box.
Uma das estratĂ©gias para transformar Dragon Ball Legends em um jogo atrativo foi a introduĂ§Ă£o de um personagem inĂ©dito que move a histĂ³ria do game. Trata-se de Shallot, um misterioso sayajin que tem seu passado revelado no modo singleplayer.
A Bandai Namco jura que Shallot
 foi desenvolvido pelo prĂ³prio Akira Toryiama,
criador de Dragon Ball - ReproduĂ§Ă£o/Google

Modos

O jogo pode ser dividido em dois modos, sendo eles single e multiplayer. No single vocĂª gasta energia para cumprir missões da histĂ³ria e participar de eventos para desbloquear novos personagens. TambĂ©m hĂ¡ opções de aventura e treinamento nesta modalidade, tornando menos tediosa a mecĂ¢nica de “farmar” itens para subir os personagens de categoria.

O modo multiplayer tem um PVP que pode ser jogado de forma casual ou rankeada. É possĂ­vel levar atĂ© trĂªs herĂ³is para cada batalha, e um sistema de pedra-papel-tesoura torna as coisas bem interessantes. Uma curiosidade Ă© que o modo online nĂ£o gasta energia da limitada barra do jogo, o que pode ser considerado muito positivo.

Combate
A luta em Dragoon Ball Legends ocorre com toques na tela. Existem cartas que aparecem no decorrer do combate e permitem executar ações como ataque de curta distĂ¢ncia, ataque de longa distĂ¢ncia ou aplicar buffs. Algumas destas cartas vem marcadas com esferas do dragĂ£o, e ao usar sete delas Ă© possĂ­vel executar o Rising Rush, um ataque especial que geralmente finaliza o inimigo.
Tela de combate do game - ReproduĂ§Ă£o/Google

ConclusĂ£o

Seguindo a estratĂ©gia de muitos freemium, Dragon Ball Legends nĂ£o Ă© pay to win, mas tem sua moeda paga, baseada nos Chrono Crystals. Quanto mais deles vocĂª tem, mais pode gastar para tentar desbloquear personagens novos no modo de sorteio. É um game bacana tanto para quem quer curtir algo novo da franquia, como a histĂ³ria, quanto para quem deseja apostar na competitividade. Como falei no inĂ­cio do post, o jogo estĂ¡ disponĂ­vel para Android e iOS, e vocĂª pode baixa-lo na Google Play ou na App Store.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Segundatina: Onmyoji Arena


CarĂ­ssimos(as) leitores e leitoras, a partir de hoje começamos uma coluna nova no blog, a Segundatina. NĂ£o tem nada de muito elaborado por trĂ¡s do nome, apenas a junĂ§Ă£o de segunda-feira e jogatina mesmo. O objetivo serĂ¡ trazer semanalmente uma indicaĂ§Ă£o rĂ¡pida de jogos para smartphones e tablets.

Onmyoji Arena

Para esta primeira semana vamos abordar o Onmyoji Arena, tĂ­tulo desenvolvido e publicado pela NetEase Games. A empresa, aliĂ¡s, tambĂ©m Ă© conhecida por ter desenvolvido Knives Out, um Battle Royale disponĂ­vel para Windows e plataformas mĂ³veis.

Lançado em maio de 2018, Onmyoji Arena Ă© um Moba 5X5, inspirado em Onmyoji, jogo da NetEase baseado em lendas japonesas e chinesas, mas que infelizmente nĂ£o fez muito sucesso no ocidente.
Em Onmyoji Arena os campões sĂ£o chamados de Shikigamis, e a jogabilidade do game nĂ£o Ă© muito diferente do que estamos acostumados em Mobas jĂ¡ conhecidos como Mobile Legends, Arena Of Valor e Heroes Evolved.

AlĂ©m dos Shikigamis originais, o jogo jĂ¡ teve um crossover, onde foram introduzidos InuYasha e Sesshoumaru, personagens do mangĂ¡ e anime InuYasha, que foram disponibilizados por tempo limitado atravĂ©s de evento e em breve devem ser comercializados com a moeda do jogo.
Como Ă© bastante comum nos jogos freemium, Onmyoji Arena Ă© grĂ¡tis para jogar, mas vocĂª pode gastar para liberar mais personagens e comprar skins. Por falar em visual, Ă© justamente este o maior acerto do game.

A atenĂ§Ă£o NetEase aos detalhes impressiona, e com certeza Ă© algo que faz com que muitas skins se tornem atrativas o suficiente para valer o investimento. AlĂ©m disso hĂ¡ um sistema de amizade do jogador com seus Shikigami, algo que permite “evoluir” determinadas skins.

No fim das contas, Onmyoji Arena Ă© um jogo mais do que recomendado pela nossa equipe.VocĂª pode baixar a versĂ£o Android clicando aqui ou a versĂ£o para iOS, clicando aqui.

terça-feira, 3 de julho de 2018

E os fĂ³runs?

Eles foram muito populares na dĂ©cada passada, porĂ©m perderam sua relevĂ¢ncia nos Ăºltimos anos apĂ³s a ascensĂ£o das redes sociais e aplicativos de troca de mensagens. Sem dĂºvida, os fĂ³runs tiveram peso enorme na geraĂ§Ă£o de conteĂºdo dentro da internet.

Houve uma Ă©poca em que se podia encontrar de tudo em fĂ³runs, seja informações sobre ciĂªncia, economia, natureza, pets, cinema e jogos. Particularmente, usei muitos fĂ³runs de 2006 a 2010, mas, pouco a pouco, o tempo que dedicava a eles diminuiu e deu espaço a outras plataformas, entre elas Orkut e Facebook Ă  Ă©poca. 
Ah, que saudade desse phpBB
Costumava visitar bastante fĂ³runs relacionados Ă  criaĂ§Ă£o de games, como Mundo RPG Maker, RPG Maker Brasil e Mundo RPG Maker - todos estes jĂ¡ extintos, aliĂ¡s. E quem nĂ£o passou pela "febre" de criar fĂ³runs prĂ³prios? Pois foi justamente com o propĂ³sito de democratizar o acesso ao phpBB que surgiu o Forumeiros, serviço que possibilitava a criaĂ§Ă£o gratuita do seu prĂ³prio fĂ³rum - algo semelhante ao Blogger e Wordpress.

Apesar de nĂ£o estarem oficialmente mortas, as comunidades migraram para outros espaços, e hĂ¡ uma sĂ©rie de fatores que podem explicar isso, e todos eles ligados ao advento das redes sociais e seus grupos.

Praticidade

Acredito que este seja o principal ponto que pesa contra a existĂªncia e manutenĂ§Ă£o de fĂ³runs enormes. A web atual Ă© composta por muitos usuĂ¡rios preguiçosos. Se as pessoas nĂ£o tem vontade de ler uma matĂ©ria jornalĂ­stica ou um "textĂ£o" postado por amigos, que dirĂ¡ abrir outra aba no navegador apenas para acessar um fĂ³rum, logar e aĂ­ ficar procurando os tĂ³picos novos.

É muito mais prĂ¡tico abrir o Facebook e passear pelo feed de notĂ­cias eternamente, ou atĂ© mesmo procurar por um grupo especĂ­fico, que com certeza deve existir por lĂ¡. Grupo de hacking de algum vĂ­deogame especĂ­fico? Sim, tem lĂ¡. Espaço para autodidatas em inglĂªs? Existe, sim, e tem comunidade voltada ao tema com mais de 120 mil participantes.

AlĂ©m de ser mais prĂ¡tico interagir, criar conteĂºdo novo tambĂ©m Ă©. Quem aĂ­ que foi rato de fĂ³rum e lembra da Ă©poca em que era comum usar tags como [b][/b] para deixar determinada parte do texto em negrito? Ou mesmo [IMG][/IMG] para anexar uma foto? AliĂ¡s, enquanto escrevia esta Ăºltima frase me lembrei do saudoso ImageShack, que MUITA gente usava para armazenar as fotos e posteriormente publicĂ¡-las em algum tĂ³pico.

Enfim, hoje nĂ£o Ă© necessĂ¡rio usar tags ou recorrer a serviços de terceiros para fazer um tĂ³pico bacana em grupos do Facebook. 

Responsividade

Foi difĂ­cil nĂ£o encaixar esse ponto como integrante da praticidade, pois entraria muito bem como parte dela. Hoje em dia qualquer smartphone meia-boca tem acesso a Facebook, Twitter, e afins. Seu celular nĂ£o aguenta usar a versĂ£o completa? EntĂ£o existe a versĂ£o simplificada, lite.

Com muitos fĂ³runs a situaĂ§Ă£o nĂ£o Ă© a mesma. Quando rolou o boom da mobilidade no acesso Ă  internet, muitos sites ficaram para trĂ¡s. No começo era comum ficar dando zoom aqui e ali para ler determinados tĂ³picos, porĂ©m com o passar do tempo - e o costume de uma web responsiva - isso acabou se tornando impraticĂ¡vel, o que decretou a morte de muito sites, entre eles diversos fĂ³runs online.

ModeraĂ§Ă£o

Acima escrevi sobre uma Ă©poca em que todos podiam criar seu prĂ³prio fĂ³rum, certo? Pois Ă©, sou mais um dentre os que acabaram entrando nessa febre, e me lembro como se fosse ontem. O Forumeiros trazia a vantagem de ter o phpBB praticamente configurado para quem desejasse ter seu prĂ³prio espaço online, e mesmo assim dava muito trabalho personalizar tudo para a comunidade ficar "redondinha".

Vamos supor que em seu fĂ³rum vocĂª desejasse criar uma seĂ§Ă£o chamada Quadrinhos. Depois, seria necessĂ¡rio criar as subseções, vamos tomar como exemplo as editoras Marvel e DC. Para cada seĂ§Ă£o e subseĂ§Ă£o era necessĂ¡rio definir algumas regras no painel administrativo para dividir os moderadores em grupos. É isso mesmo.

Para garantir que algum moderador que era defensor ferrenho da DC nĂ£o apagasse tĂ³picos da subseĂ§Ă£o rival, vocĂª deveria criar um grupo apenas de moderadores da DC, e outro da Marvel. AlĂ©m disso havia espaço para os moderadores globais, quase administradores, seres onipresentes que teriam poderes em todas as seções do fĂ³rum.

E quais eram esses poderes? VĂ¡rios. O administrador era a pessoa que definia se um moderador tinha poder de banir ou nĂ£o um usuĂ¡rio, fixar tĂ³picos locais ou globais, trancar e reabrir tĂ³picos, editar comentĂ¡rios alheios...

Enquanto isso, em ferramentas de grupos das redes sociais Ă© muito fĂ¡cil moderar. Como fica tudo concentrado em um Ăºnico feed, basta definir se um usuĂ¡rio serĂ¡ moderador ou administrador e fica tudo certo.

OpiniĂ£o dos (ex)usuĂ¡rios

Eu poderia elencar aqui algumas outras razões para o declĂ­nio dos fĂ³runs, mas preferi consultar um pĂºblico que considero ter movimentado bastante esse tipo de site na dĂ©cada passada, que sĂ£o os gamers em geral. Fui a um grupo do Facebook para perguntar o motivo de alguns participantes terem deixado de usar os fĂ³runs, e a seguir eis algumas das respostas coletadas.

"Usei assiduamente dois fĂ³runs na minha vida, foram sobre GC e Ragnarok. Hoje em dia nĂ£o uso nenhum. Procuro coisas em outras mĂ­dias sociais. [...] EntĂ£o, diria que aquele visual padrĂ£o me cansou um pouco. E acredito que outras mĂ­dias sociais o acesso a informaĂ§Ă£o desejada Ă© mais rĂ¡pido, assim como a comunicaĂ§Ă£o.  Hoje participo de alguns grupos no discord, que considero Ă³timo. JĂ¡ que, falar >>> digitar" - Reinaldo Engert
"Hoje em dia, as pessoas querem praticidade, nĂ£o dĂ¡ para manter tantas redes sociais e fĂ³runs ao mesmo tempo. Eu fico sĂ³ no Facebook e um grupo no WhatsApp mesmo, o resto a gente meio que sĂ³ participa quando quer algo mais especĂ­fico. Tipo Reddit, que fiz uma conta para discutir PokĂ©mon Shuffle e RPG Maker, mas raramente participo" - Alex Carvalho
"Eu participava bastante de alguns fĂ³runs atĂ© 2010, por aĂ­. Hoje em dia uso somente os grupos no Facebook. Os grupos tem vĂ¡rias desvantagens, tipo desorganizaĂ§Ă£o, toxicidade maior, etc., mas a praticidade enorme Ă© uma baita vantagem.  Eu sĂ³ nĂ£o volto a usar fĂ³runs porque muitos tĂ£o praticamente mortos ou com movimento fraco, aĂ­ nĂ£o compensa. A maioria nem liga mais pra esse tipo de site. Uma pena, sinto saudade dos fĂ³runs" - Rafael Albino
É possível voltar?

Essa sim Ă© uma pergunta difĂ­cil de responder. Agora Ă© claro que me pauto no inteiro achismo ao afirmar que sim, Ă© possĂ­vel que os fĂ³runs voltem a respirar sem ajuda de aparelhos, e hĂ¡ algo que pode ser decisivo nisso: o declĂ­nio das redes sociais.

Parece ser um fenĂ´meno natural, ainda mais depois que o Facebook passou a ser alvo de desconfiança depois do escĂ¢ndalo Cambridge Analytica e a privacidade de seus usuĂ¡rios. AlĂ©m disso, as redes sociais sĂ£o carregadas de toxicidade. O Twitter, por exemplo, Ă© um dos locais na internet com maior Ă­ndice de gente tĂ³xica por pixel.

HĂ¡ ainda outro interessante a se ressaltar: mesmo respirando por aparelhos, os fĂ³runs nunca foram definitivamente extintos. Ao menos na linha gamer eu consigo lembrar de imediato de fĂ³runs como Outerspace e Adrenaline, vivos atĂ© hoje. Podemos considerar o reddit e seus subreddits como parte dessa categoria, nĂ£o esquecendo ainda do 4chan, que mais do que tudo pode ser considerada uma rede "antissocial", segundo alguns especialistas.

sĂ¡bado, 30 de junho de 2018

Dica mobile: Vainglory o MOBA perfeito para touch

Hey Guys, Renato aqui, dando sequĂªncia no Ăºltimo artigo postado por mim aqui no Multiverso trago essa maravilha Mobile criada pela Super Evil Megacorp (SEMC) como dica de jogo, vou apresentar para vocĂªs como o jogo funciona e trazer algumas informações bĂ¡sicas para quem quer se tornar um player de Vainglory, meu foco nos prĂ³ximos textos serĂ¡ apresentar para vocĂªs as maravilhas que o mercado de jogos mobile podem nos oferecer e trazer algumas dicas de games que valem seu tempo.

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Na onda dos MOBAS mobile, que vieram conquistando vĂ¡rios jogares, era totalmente comum ver a utilizaĂ§Ă£o de analĂ³gicos para movimentaĂ§Ă£o do personagem, isso em jogos como Mobile Legends e  Arena of Valor, dentre tantos outros que tinham essa configuraĂ§Ă£o bĂ¡sica de movimentaĂ§Ă£o e o padronizado 5x5 como modo de jogo principal. Um jogo em especial se destacou, por trabalhar uma mobilidade totalmente diferente e um modo de jogo fora do habitual, esse jogo Ă© Vainglory.

Lançado em novembro de 2014 pela Super Evil Megacorp(SEMC) Vainglory, originalmente um MOBA de modo de jogo 3x3, apresentou uma mobilidade totalmente diferente dentro de jogo, posições variadas e um modo de jogo nĂ£o tĂ£o comumente aplicado em MOBA's.

Mobilidade
Deixando de lado a movimentaĂ§Ă£o atravĂ©s do analĂ³gico, como era comum atĂ© entĂ£o, Vainglory trabalha com uma movimentaĂ§Ă£o dentro do jogo inteiramente por touch, desde andar no mapa escolhendo a direĂ§Ă£o por toque atĂ© selecionar o alvo que quer atacar.

Modos de jogo
AtĂ© fevereiro deste ano, o modo principal de jogo era o 3x3, o que trazia uma configuraĂ§Ă£o de equipes, mapa e posições diferentes do comum, trabalhando muito bem dentro dessa configuraĂ§Ă£o com a distribuiĂ§Ă£o de objetivos na rota e na selva. Em fevereiro entĂ£o foi introduzido o modo 5x5 e alĂ©m desses o jogo traz mais dois modos, um chamado Blitz e outro Batle Royale.

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No Blitz cada jogador escolhe seu campeĂ£o e estes iniciam a partida no nĂ­vel 9 com 6000 de ouro cada, o modo Ă© configurado com o tempo limite de 5 minutos e vence quem tiver mais pontos ao final desta contagem ou quem conseguir 15 pontos primeiro. Cada campeĂ£o inimigo eliminado vale 1 ponto e cada objetivo conquistado (torres e os miners na selva) vale 3 pontos .

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No Batle Royale os campeões sĂ£o sorteados aleatoriamente entre os jogadores dos dois times, estes começam no nĂ­vel 4 com 2000 de ouro, ele se passa apenas na lane, os dois times se enfrentam na rota tentando derrotar o outro e a partida sĂ³ termina com a rendiĂ§Ă£o de uma das equipes ou com a destruiĂ§Ă£o do Cristal Vain(o objetivo principal no jogo. Os dois modos sĂ£o jogados no mapa 3x3. 

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O mapa
O 3x3 traz uma configuraĂ§Ă£o bĂ¡sica, com apenas uma rota no topo do mapa e a selva na parte de baixo, a composiĂ§Ă£o de jogo fazia com que um jogador ficasse controlando a rota para equipe, um controlasse a selva e outro conseguisse transitar dentre essas partes do mapa.

Objetivos
Trabalhando a distribuiĂ§Ă£o de objetivos no modo 3x3 nĂ³s temos:
Na rota um total de 5 torres para cada equipe, 3 protegendo a rota base atĂ© chegar na base e mais duas, jĂ¡ dentro da base, protegendo o Cristal Vain, o objetivo final, que ao ser destruĂ­do encerra a partida.
Na selva, alĂ©m dos habituais objetivos conquistados pelo caçador, para garantir seu crescimento concedendo ouro, experiĂªncia e em certos casos recuperaĂ§Ă£o de vida, temos o grande objetivo, a Kraken, que ao ser derrotada por um time vira leal a ele, saindo da selva, invadindo a rota e destruindo os objetivos que encontra em seu caminho atĂ© chegar no Vain inimigo, ressaltando que este ataca somente objetivos.

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Posições
Dentro o jogo temos 3 posições, o Carregador(carry), o Caçador e o CapitĂ£o
O carry, geralmente com ataques de longo alcance, Ă© o campeĂ£o focado na construĂ§Ă£o de dano, no 3x3 ele Ă© o dono da rota, como demanda um tempo a mais de crescimento e dos itens mais caros para garantir seu dano no final da partida ele fica encarregado de farmar os minions da lane para que tenha seu crescimento.
O caçador ou Jungler, geralmente campeões de ataque corpo a corpo ou variando em campeões com ataque a distĂ¢ncia, se encarrega da selva assegurando seu crescimento atravĂ©s do farm dos monstros lĂ¡ contidos e ajudando no crescimento do carry ao invadir a lane para atacar o carry inimigo, os chamados ganks.
O CapitĂ£o, geralmente campeões mais tanques ou de uma utilidade maior, o suporte da equipe Ă© o que transita entre rota e selva, ajudando no necessĂ¡rio para que os dois principais causadores de dano da equipe consigam crescer atĂ© o final da partida, alĂ©m de fazer itens de defesa e de cura para fazer a linha de frente nas batalhas e curar seus aliados quando estiverem sem vida.

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                        tens WP(Weapon Power)                                                                                  Itens CP(Cristal Power)
Tipos de Item
Assim como em outros mobas o jogo Ă© baseado em dois tipos de itens de dano, o que varia de cada campeĂ£o e da utilidade de cada um, no Vainglory tenos os itens de Crystal Power(CP) e os itens de Weapon Power(WP)
Os itens CP fortalecem as habilidades dos campeões, fazendo com que suas habilidades causem mais dano, geralmente utilizados para magos ou campeões que tem por costume se basear no uso de habilidades.
Os itens WP fortalecem os ataques bĂ¡sicos dos campeões, sendo utilizados mais entre os campeões de ataque corpo a corpo e entre os atirados a longa distĂ¢ncia.

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5x5
Em fevereiro desse ano o Vainglory teve seu modo 5x5 lançado, com a configuraĂ§Ă£o padrĂ£o de 3 rotas e a selva espalhada entre as rotas, o lançamento desse modo elevou o nĂ­vel de jogo, exigindo cada vez mais um maior desenvolvimento dos players. O modo 5x5 detalhado serĂ¡ fruto de outra matĂ©ria aqui no multiverso, aguardem.

Em si o jogo Ă© bem trabalhado e cativante, exigindo que o jogador desenvolva suas habilidades como player jĂ¡ que cada partida se inicia com todos o jogadores no nĂ­vel 1. Cada partida pode levar de 15 a 20 minutos em mĂ©dia e exige que os jogadores sejam verdadeiros estrategistas e que joguem em equipe. 
Vainglory fica sendo entĂ£o a dica da semana de jogo mobile que vale a pena investir seu tempo, deem uma chance pra ele, vocĂªs nĂ£o irĂ£o se arrepender, agora corram, instalem o Vainglory, divirtam-se e aguardem a prĂ³xima dica mobile.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Dicas para iniciantes em Pokémon Quest

O lançamento de PokĂ©mon Quest para smartphones e tablets fez com que o jogo alcançasse ainda mais gente do que no Switch, porĂ©m tambĂ©m fez aumentar a quantidade de pessoas com dĂºvidas relacionadas ao game.

Apesar do visual que remete a lego fazer com que pareça simples, o game tem algumas mecĂ¢nicas que sĂ£o relativamente complexas para novos jogadores, por isso preparei algumas dicas para auxiliar aqueles que estĂ£o se sentindo perdidos.

Onde investir?

Todo jogo freemium que se preze tem uma moeda que pode ser comprada com dinheiro real e ajuda acelerar o desempenho. Aqui nĂ£o Ă© diferente, e moeda especĂ­fica se chama PM Ticket. Os Tickets podem ser obtidos a cada 22 horas na loja de forma gratuita, completando determinadas quests e tambĂ©m comprando os packs de aventura.

TambĂ©m como ocorre em todo jogo freemium, aqui surge a dĂºvida de onde gastar suas preciosas moedinhas especiais. A primeira dica Ă©: nĂ£o invista em energia. Baterias de energia podem ser obtidas completando missões ou simplesmente aguardando algum tempo, entĂ£o gastar Tickets com isso pode ser considerado desperdĂ­cio. Portanto, recomendo investir em dois pontos, decoraĂ§Ă£o e expansões.

A decoraĂ§Ă£o pode nĂ£o parecer importante, jĂ¡ que trata-se basicamente de algo cosmĂ©tico, porĂ©m esses itens sĂ£o de grande ajuda. Alguns deles podem aumentar a chance de vocĂª encontrar itens de determinado tipo, enquanto outros aumentam a chance de conseguir PokĂ©mon melhores ou atĂ© mesmo mais PokĂ©mon ao cozinhar.

As decorações mais bĂ¡sicas como Flareon Cusheon, Vaporeon Cusheon e Jolteon Cusheon custam apenas 50 Tickets cada, e aumentam o tamanho de ingredientes encontrados em 1.5x. De inĂ­cio pode nĂ£o parecer muita coisa, porĂ©m conforme vocĂª progride e avança nas quests, consegue melhores e mais ingredientes para suas receitas.

JĂ¡ a expansĂ£o Ă© extremamente necessĂ¡ria - sim, estou exagerando aqui, mas logo vai entender o motivo. VocĂª jĂ¡ deve ter reparado que consegue algumas pedras quando termina suas missões, nĂ£o Ă© mesmo? Essas pedras sĂ£o utilizadas para aumentar o potencial dos PokĂ©mon na sua equipe, influenciando diretamente em HP ou Attack (força de ataque), e algumas ainda concedem efeitos especiais.

No entanto, seu inventĂ¡rio Ă© propositalmente pequeno e em breve estarĂ¡ cheio delas. VocĂª terĂ¡ duas opções: investir na expansĂ£o ou reciclar pedras a cada missĂ£o. Se vocĂª adquirir mais espaço no inventĂ¡rio, poderĂ¡ guardar mais pedras e manter mais de uma equipe para o game. Isso facilita estratĂ©gias de ter dois PokĂ©mon fixos e um slot cambiĂ¡vel - para usar o tipo que tem mais efetividade em determinada quest, por exemplo.

AliĂ¡s, vocĂª deve se atentar para a seguinte informaĂ§Ă£o: PokĂ©mon Box Ă© o espaço para guardar novos bichinhos, e Stone Box Ă© o local para guardar pedras, portanto Ă© recomendĂ¡vel adquirir o segundo, jĂ¡ que muito provavelmente vocĂª nĂ£o ficarĂ¡ acumulando PokĂ©mon Ă  toa.

Treinamento

Subir de nĂ­vel em PokĂ©mon Quest Ă© algo definitivamente demorado se for para ficar repetindo missões sucessivamente. EntĂ£o hĂ¡ uma maneira menos difĂ­cil de aumentar o nĂ­vel dos seus companheiros, o Level Training.
Na aba Edit Team vocĂª poderĂ¡ notar um pequeno botĂ£o chamado Training. Ele leva para a tela acima, um local onde vocĂª pode sacrificar determinados PokĂ©mon em prol daqueles que estĂ£o na sua equipe. Basicamente, vocĂª arrasta o PokĂ©mon que quer fortalecer para a caixa de cima, enquanto joga na linha de baixo aqueles dos quais quer se livrar.

Ao usar PokĂ©mon do mesmo tipo (Fire para treinar Fire) ou da mesma espĂ©cie (Pikachu para treinar Pikachu) vocĂª consegue muito mais experiĂªncia. Com isso, se vocĂª receber um Charmander nĂ­vel 5 enquanto o resto da sua equipe titular estĂ¡ em nĂ­vel mais elevado, basta sacrificar alguns Vulpix, Ponyta e afins para equiparar seus poderes.

AliĂ¡s, Ă© possĂ­vel notar que na guia Training tem uma seĂ§Ă£o Move Learning. Ela tem funcionamento semelhante ao treinamento, com a exceĂ§Ă£o de que aqui nĂ£o se ganha experiĂªncia, mas sim moves novos. É possĂ­vel escolher um golpe que nĂ£o seja tĂ£o eficaz e usar outros PokĂ©mon para aprender um novo. Assim como no treinamento, o monstrinho usado para aumentar o outro Ă© descartado.

Power Charm

A seĂ§Ă£o Power Charm Ă© muito importante para ter uma progressĂ£o melhor. Como vocĂª jĂ¡ deve ter percebido se começou a jogar, subir de nĂ­vel nĂ£o influencia tanto no poder de seus PokĂ©mon quanto as Stones. Novos slots para equipar pedras sĂ£o abertos conforme o monstrinho tem um nĂ­vel maior, mas nada impede que vocĂª substitua uma pedra mais fraca por outra melhor.

Recomendo, no entanto, que nĂ£o fique focado apenas nos status "brutos" que elas dĂ£o Ă  sua equipe. Uma pedra que conceda mais 150 de HP pode ser nĂ£o tĂ£o eficiente quanto uma que aumente 132 e ainda conceda recuperaĂ§Ă£o de vida, tempo menor de recarga e outros atributos. HĂ¡ duas maneiras de saber se uma pedra Ă© boa, olhando a coloraĂ§Ă£o (bronze, prata ou dourada) e lendo a descriĂ§Ă£o de cada uma delas.

Auto

Assim como acontece na maioria dos jogos freemium, vocĂª vai bater em uma paywall mais cedo ou mais tarde. Isso significa que serĂ¡ necessĂ¡rio repetir algumas missões diversas vezes - o que Ă© bom para conseguir ingredientes, pedras e experiĂªncia. Nesses casos Ă© recomendĂ¡vel usar o botĂ£o Auto, que faz com que seus PokĂ©mon escolham os ataques especiais sozinhos.

Vale ressaltar aqui que o modo automĂ¡tico Ă© bom apenas para isso. Quando vocĂª chega a alguma missĂ£o de nĂ­vel mais alto com um time que tem poder menor ou equiparado, a melhor estratĂ©gia Ă© atacar manualmente para progredir. O Auto sĂ³ estĂ¡ ali mesmo para facilitar no farming e nĂ£o tornĂ¡-lo tĂ£o tedioso.

Equipe

Em PokĂ©mon Quest existem dois tipos de monstrinhos quando se trata de ataque, os que batem de curta e longa distĂ¢ncia. O recomendado de inĂ­cio Ă© montar uma equipe balanceada nos nĂ­veis iniciais, com dois de curta e um de longa distĂ¢ncia. Nada impede que vocĂª monte uma estratĂ©gia prĂ³pria, porĂ©m essa formaĂ§Ă£o standard ajuda muito.

No meu caso, usei uma equipe composta por Eevee, Lickitung e Vulpix nos dois primeiros conjuntos de missĂ£o. Vulpix Ă© de longa distĂ¢ncia, enquanto os outros dois batem de perto. Ele tem pouquĂ­ssimo HP, mas um ataque bacana.

Enquanto Vulpix bate, Lickitung, que tem ataque razoĂ¡vel mas uma enorme quantidade de pontos de vida, serve como espĂ©cie de "escudo de carne". Por ser forma inicial, o Eevee tem pouca vida e um ataque atĂ© bacana, entĂ£o devo confessar que o mantive na equipe apenas por gostar dele mesmo.

Receitas

As receitas sĂ£o essenciais para conseguir novos PokĂ©mon. Com elas Ă© possĂ­vel atĂ© mesmo capturar lendĂ¡rios - jĂ¡ que o jogo tem todos os 151 originais - entĂ£o Ă© interessante dar atenĂ§Ă£o especial aqui. Como PokĂ©mon Quest Ă© jogĂ¡vel offline, recomendo baixar o PokĂ©mon Quest Companion, disponĂ­vel para Android e iOS. Ele funciona como uma espĂ©cie de PokĂ©dex para o jogo, e mostra quais monstrinhos podem ser capturados com quais ingredientes e receitas.

Pacotes

Vale a pena investir nos pacotes pagos para conseguir mais "fogões" e poder fazer mais receitas ao mesmo tempo? A minha resposta Ă© que sim. Os pacotes de expansĂ£o tambĂ©m dĂ£o PokĂ©mon especĂ­ficos com golpes que eles normalmente nĂ£o aprendem (no lançamento do jogo para smartphones foi disponibilizado um pack por R$ 9,90 que dava o Pikachu com Surf), Tickets, mais slots de energia e aumentam o nĂºmero de Tickets que podem ser obtidos diariamente.

Gastar nĂ£o vai fazer vocĂª se tornar o rei do jogo de uma vez, apenas vai dar aquela ajudinha na progressĂ£o, modelo comum em jogos freemium. Mas investir dinheiro real ou nĂ£o no game Ă© algo que varia de jogador para jogador.

ConclusĂ£o

No mais, essas sĂ£o algumas dicas que separei para quem estĂ¡ começando agora. HĂ¡ outras camadas de complexidade, porĂ©m deixaremos para explorar em uma prĂ³xima oportunidade. Ficou com alguma dĂºvida? EntĂ£o poste nos comentĂ¡rios e interaja conosco!

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Pokémon Quest

A empreitada da Nintendo nos dispositivos mĂ³veis tem se mostrado cada vez mais lucrativa para a empresa, ao mesmo tempo traz jogos interessantes ao pĂºblico. A franquia que mais se beneficia disso Ă©, obviamente, PokĂ©mon. Shuffle foi o predecessor dos outros tĂ­tulos mĂ³veis, com GO, Duel, Magikarp Jump e, mais recentemente, PokĂ©mon Quest, o assunto do post de hoje.
Logo do jogo - Imagem: ReproduĂ§Ă£o
PokĂ©mon Quest foi disponibilizado inicialmente para Nintendo Switch no Ăºltimo dia 30 de maio e disponibilizado nesta quarta-feira (27) para Android e iOS. Encaixado no modelo freemium (ou free-to-start como a Nintendo chama), o game dĂ¡ ao jogador a missĂ£o de explorar a Ilha Tumblecube para encontrar itens valiosos, e conta com os 151 PokĂ©mon da primeira geraĂ§Ă£o.

Em PokĂ©mon Quest vocĂª pode fazer missões em forma de exploraĂ§Ă£o, com uma equipe composta por atĂ© trĂªs PokĂ©mon Ă  sua escolha. Cada missĂ£o custa um ponto de energia, e no inĂ­cio vocĂª pode acumular apenas cinco pontos - quantidade que pode aumentar com progressĂ£o e/ou compras.

Adotando um estilo grĂ¡fico bem semelhante ao de Minecraft, PokĂ©mon Quest Ă© um spin-off de aĂ§Ă£o-aventura no qual vocĂª precisa cozinhar para atrair novos PokĂ©mon e continuar sua jornada. Como citado acima, ele Ă© freemium, o que significa que ele Ă© grĂ¡tis, mas em algum momento vocĂª vai se sentir inclinado a gastar - seja comprando itens de decoraĂ§Ă£o ou mesmo pacotes especiais.
Estilo grĂ¡fico lembra Minecraft - Imagem: ReproduĂ§Ă£o
O que considero interessante nos jogos da Nintendo para smartphones e tablets Ă© que eles nĂ£o sĂ£o apelativos na questĂ£o de investimento, e vocĂª pode progredir muitĂ­ssimo bem sem gastar um centavo - foi o que eu fiz em Animal Crossing: Pocket Camp, por exemplo, onde consegui um baita acampamento sem precisar desembolsar algo.

Enfim, PokĂ©mon Quest Ă© um jogo que vale a pena ao menos experimentar como forma casual de diversĂ£o. Um ponto positivo Ă© que ele nĂ£o exige conexĂ£o constante Ă  internet, o que facilita bastante para quem acaba ficando sem conexĂ£o durante certo perĂ­odo de tempo e tem apenas o celular como meio de entretenimento.

Se vocĂª se interessou, pode baixar o game na Play Store ou na App Store. Infelizmente, Ă© preciso entender o mĂ­nimo de inglĂªs para conseguir jogar, jĂ¡ que PokĂ©mon Quest nĂ£o tem traduĂ§Ă£o para portuguĂªs do Brasil.

Links Ăºteis

Como PokĂ©mon Quest saiu antes para Switch, jĂ¡ tem muito material disponĂ­vel sobre ele. Se vocĂª entende de inglĂªs, pode aproveitar alguns dos links a seguir:

PokĂ©mon Quest no reddit - Ă© autoexplicativo, afinal, no reddit tem muita gente disposta a ajudar e sempre surge bom conteĂºdo.
Guia de receitas e ingredientes - o mĂ©todo de "captura" nesse jogo Ă© atravĂ©s de receitas que podem atrair tipos especĂ­ficos de PokĂ©mon, entĂ£o um guia se faz essencial.
Pokémon Quest Companion (Android) - basicamente uma Pokédex para o jogo.
PokĂ©mon Quest Companion (iOS) - o mesmo do link acima, sĂ³ que para dispositivos Apple.
Guia de Combate - Um guia postado no reddit que pode ajudar bastante no combate durante as explorações.

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